RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

terça-feira, 23 de maio de 2017

VICE PREFEITA É EXONERADA DO CARGO DE CONFIANÇA DE SECRETÁRIA DE SAÚDE














A historia do Município Aveiro tem seu históricos de brigas entre os
prefeitos e seus vice, e tão comprovado que foi o município da
 historia que mais trocou de gestores durante o mandato,onde
um mandato saiu prefeita Gorete Xavier que seguida assumiu
 seu esposo que era vereador Sales que na época era presidente
 da câmara,que também foi cassado do cargo de presidente
 assumindo o vereador Ranilson Prado,que tinha entrado com
um processo de nova eleição ganhou o processo e a eleição,logo em
 seguida tentou uma reeleição e não alcançou a vitória onde
sua candidata a vice era senhora Conce Santiago,que nas eleições
passada de 2016 foi eleita vice prefeita na chapa com atual
 prefeito Vílson Gonçalves,que em seguida a vice passou assumir
 a secretaria de saúde do município que foi exonerada do cargo,até
 agora o  motivo não foi revelado a população que se comenta
 nos bastidores da política do município que vice não está muito
 satisfeita com seu companheiro de chapa Vílson,e pode pintar
uma rasteira a qualquer momento,mantendo a tradição política do
município.Tentamos entrar em contato com vice prefeita e com
 prefeito sem sucesso estamos a disposição pra qualquer
esclarecimento até porque o cargo que ocupam com data de
vencimento é publico e publico merece uma explicação.
-Extraido do Blog Pinga Fogo




EX-PREFEITO DE PACAJÁ PRESO EM INVESTIGAÇÃO QUE APURA DESVIOS DE VERBAS PÚBLICAS

O ex-prefeito de Pacajá, Antônio Mares Pereira, conhecido como Tonico Doido, foi preso na manhã deste sábado (20) durante operação do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) para cumprimento de mandado judicial de busca, apreensão e prisão. Ele é acusado de praticar diversos crimes à época em que estava à frente da gestão municipal, como desvio de bens e de recursos públicos e formação de quadrilha.

Tonico Doido foi eleito em 2012 para a prefeitura de Pacajá e deixou o cargo em dezembro de 2016. Ele já havia sido afastado do cargo pela Justiça em 2015, a pedido do MPPA, em razão de inúmeras denúncias de irregularidades no manuseio dos recursos públicos da prefeitura.

Além de Tonico Doido, foram presos neste sábado a sua esposa, Gesilda Pereira, ex-secretária municipal, Ronaldo Santos, ex-vice-prefeito, e o ex-secretário de educação, de prenome Alexsandro, sob suspeita de práticas de crimes de improbidade administrativa. Todos foram presos em suas respectivas residências.

Ao entrar na residência do ex-prefeito para realizar a prisão e efetuar a busca e apreensão, a equipe do MPPA encontrou no imóvel vários documentos pertencentes à prefeitura municipal. “Eram tantos documentos que foram necessárias duas picapes para transportá-los e devolver à Secretaria de Administração”, disse o procurador Nelson Medrado. As prisões foram realizadas por policiais militares do MPPA. A operação foi coordenada pelo promotor de justiça Bruno Fernandes e pelo procurador de justiça Nelson Medrado, coordenador do Núcleo de Combate à Improbidade Administrativa do MPPA. Tonico Doido e os demais presos serão transferidos ainda neste final de semana para casas de detenção em Marabá e Tucuruí.

-Com informações do Blog Pinga Fogo

segunda-feira, 22 de maio de 2017

-QUE CULTURA!!!


ACUSADA!

MP abre inquérito contra ex-prefeita de Curuá por 

improbidade administrativa











A ex-prefeita de Curuá Adriana Silva (foto) virou alvo de um

 inquérito aberto pelo MP (Ministério Público) do Pará 
em Alenquer por suposto ato de improbidade administrativa.

Adriana é acusada de ter construído um muro e investido 
dinheiro público em melhorias num imóvel alugado para a 
Prefeitura de Curuá. Nada demais se não fosse por um detalhe: 
o proprietário do imóvel de
José Antonio Fausto da Silva, o Zé Preto, pai da ex-prefeita.
O promotor de justiça Adleer Sirotheau é quem está à frente
das investigações do caso.

Jatene está na lista de propinas da JBS

Jatene está na lista de propinas da JBS (Foto: Ricardo Amanajás)
Mais um capítulo do escândalo que explodiu no Brasil na semana passada, com a delação de Joesley Batista, um dos donos da JBS, veio à tona ontem, em reportagem publicada pelo jornal Estadão, de São Paulo. Em seu acordo de delação premiada, a empresa afirmou ter entregue R$ 1,4 bilhão em propinas a políticos de praticamente todos os partidos do País. Na lista suja da JBS - escrita pelo ex-diretor de relações institucionais da empresa, Ricardo Saud -, está o nome de 16 governadores eleitos em 2014. O nono da lista é Simão Jatene, do PSDB, reeleito governador do Pará, em 2014.
 Já cassado e inelegível, sob acusação de crimes graves, como corrupção e improbidade administrativa (leia abaixo), Jatene aparece entre outros dois governadores do PSDB: Geraldo Alckmin, de São Paulo, e Reinaldo Azambuja, do Mato Grosso do Sul (veja a lista completa abaixo). Os valores que cada governador recebeu da JBS ainda não foram revelados. Mas especialistas afirmam que, considerando o total envolvido, deve ultrapassar os R$ 30 milhões para cada. Entre os partidos, o campeão da lista de propinas da JBS é o PT, que embolsou quase R$ 610 milhões, ou seja, cerca de 43,5% do total de R$ 1,4 bilhão. Os repasses ilegais envolvendo a JBS podem ser ainda maiores, caso sejam consideradas todas as doações eleitorais legais. 
 PARTIDOS
As planilhas da JBS mostram, também, que a empresa ajudou o PT e o PSDB a comprar partidos para que estes apoiassem as candidaturas de Dilma Rousseff e Aécio Neves, respectivamente. Em outra lista, também escrita por Ricardo Saud, aparece o título “partidos cooptados (parceiros) PT”.

ESTOURO DA BOIADA

Por Eliane Cantanhêde - Estadão
Com todo respeito, o grande Brasil está parecendo a pequena Bolívia, que teve 17 presidentes em 28 anos, três apenas em 1979 e quatro entre 2001 e 2005, até que Evo Morales assumiu em 2006 e de lá não arreda pé tão cedo. O problema brasileiro não é apenas tirar Michel Temer da Presidência, é nomear alguém que se sustente e toque as reformas até 2018. Aí, seja o que Deus quiser! 

Dilma Rousseff caiu por crime de responsabilidade, inapetência política e incompetência administrativa. Temer está ‘balança-mas-não-cai’ por relações nada republicanas com bandidos milionários e agora delatores, por um partido que é ‘maria-vai-com-as-outras’ dependendo de quem paga mais e por um entorno que se dividiu em dois: uma parte tem o poder, a outra está na cadeia ou a caminho dela. 

O que piora tudo é a falta de lideranças que conduzam uma saída institucional e de nomes com grandeza pessoal e política para assumir a transição, com pesadas nuvens de desconfiança sobre o colégio eleitoral – o Congresso. Sim, porque, pela Constituição, a sucessão de Temer é indireta. Gritar “diretas já” é bacana, mas não é, literalmente, legal. 

Odebrecht, JBS e as grandes companhias financiarem campanhas, vá lá. Afinal, era previsto na lei vigente. Mas o que surge das delações, aos borbotões, fetidamente, é que na maioria das vezes não se tratava de financiar campanhas, mas de roubar do público, privilegiar o privado e encher as burras de homens públicos. 

As revelações de Joesley Batista, Emílio e Marcelo Odebrecht têm enredo parecido e choca também a forma: eles falam do nosso País, das nossas empresas, dos nossos representantes, como se fossem donos de tudo e de todos. É matar de vergonha. Ou raiva. 

Há muitas partes de arrepiar os cabelos. Joesley barganhando com o deputado João Carlos Bacelar (PR-BA) a compra de deputados contra o impeachment de Dilma, que acabou em R$ 15 milhões, por cinco votos. A senha para a mesada da JBS para Eduardo Cunha, com aval de Temer: “Alpiste para o passarinho”. E a corridinha do deputado Rocha Loures, assessor de Temer, com sua mala de dinheiro até o táxi. 

Ainda mais grave: US$ 150 milhões para Lula e Dilma usarem à vontade (além dos R$ 40 milhões para Lula na Odebrecht); os gerentes das contas eram justamente os ministros da Fazenda, Palocci e Mantega; R$ 1 milhão para consumo pessoal de Temer; Aécio mendigando R$ 2 milhões numa linguagem que o coloca no seu devido lugar. E são 1.829 políticos, de 28 partidos, na lista (ou no bolso, ou na mão...) da JBS. Com boa-fé, imaginemos que muitos receberam doação legal e nem tinham como dar contrapartidas. Mas a maioria não está nesses casos. 

Quem sobra para uma eleição indireta? Excluída Cármen Lúcia, do STF, e preservado Nelson Jobim, que está hibernando, pode caminhar para “se não tem tu, vai de tu mesmo”, que favorece o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Listado na Odebrecht por R$ 300 mil de campanha (que podem ser legais, não propina), ele foi beneficiado com uma frase de Joesley: “Maia? Esse eu nem conheço”. 

A história tem suas manhas e, nas encruzilhadas, pede perfis que não aumentem a confusão e as incertezas. Rodrigo Maia se encaixa aí, porque sinaliza a continuidade de Henrique Meirelles na Fazenda e das reformas no Congresso. No caso dele, o menos pode ser mais. Outra solução seria Meirelles na Presidência, mas ele não tem liderança, nem traquejo, para enfrentar o estouro da boiada no Congresso. A dobradinha Maia-Meirelles faz mais sentido. 

Aliás, o que não faz nenhum sentido é Joesley Batista, depois de tudo, morando feliz num apartamento de R$ 30 milhões em Nova York. Nem em filmes baratos sobre repúblicas de banana.
-Reproduzido do Blog O Mocorongo
Ilustração RP

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Polícia despacha “De Manaus” em confronto armado em Santarém

A violência em Santarém, tem tomado ares alarmantes. A única solução é adotar
 a prática;¨bandido bom é bandido morto¨, para frear a onda criminosa na cidade Pérola 
do Tapajós.
O fato aconteceu no momento em que uma Guarnição do GTO apurava
 uma ocorrência na Delegacia da Polícia Civil . Neste exato
 momento, os Policiais militares foram acionados por um investigador
de plantão, comunicando que havia um arrombamento em em um
 estabelecimento comercial , localizado na Av. Dom Frederico com
Castelo Branco. Lá chegando, os PMs foram recebidos em confronto
 armado.
NO cerco policial, o indivíduo conhecido pela alcunha de "De Manaus",
pego em flagrante quando arrombava o estabelecimento, ainda
desferiu mais 03 tiros contra um policial, não havendo outra opção senão
 a defesa. 
Após a refrega armada, ¨De Manaus¨ foi alvejado e ainda
chegou a ser levado ao PSM para atendimento médico,
porém não resistiu aos ferimentos, chegando a óbito.
Pelo menos desse a população se livrou.
Por Carlos Cruz (Alcançado junto ao Blog do  Xarope)

Prefeito assassinado é sepultado no interior

Prefeito assassinado é sepultado no interior (Foto: Reprodução)
O corpo do prefeito de Breu Branco, Diego Kolling, conhecido como Diego Alemão, foi enterrado na manhã desta quarta-feira (17). Ele foi assassinado com um tiro no peito, na terça-feira (16), no momento em que pedalava na rodovia BR-263. O prefeito foi socorrido, mas não resistiu e morreu.
Nesta quarta-feira (17), a Polícia Civil informou que continua investigando o caso, mas, até o momento, nenhum suspeito foi identificado. Duas testemunhas oculares já prestaram depoimento, na terça-feira (16), e a polícia estuda a possibilidade de também escutar familiares da vítima. A polícia aguarda ainda os laudos da perícia.
O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, lamentou a morte do prefeito.

Mais de meio milhão de desempregados no Pará

Adiado julgamento de PMs acusados de execução

Adiado julgamento de PMs acusados de execução (Foto: Divulgação/TJPA)
A audiência de instrução do processo que apura o envolvimento de cinco policiais militares e de um guarda municipal de Belém no homicídio de Jaime Tomas Nogueira, o "Pocotó", assassinado em outubro de 2015 dentro de um hospital particular no bairro de Fátima, na capital paraense, foi adiado. 
O julgamento começou a ser realizado na manhã desta quinta-feira (18), no Fórum Criminal de Belém, no bairro da Cidade Velha, porém, devido a falta de cinco das oito testemunhas de acusação, o juiz Edmar da Silva Pereira decidiu adiar. 
Os acusados são os PMs Walter Fernando da Silva Almeida, Rubens Luiz Fernandes Maués, Anderson Fernando da Silva Teixeira, Victor Rosa Pereira, Mickley Robertson Cunha dos Prazeres e o guarda municipal Antenor Chagas da Cunha. Dos denunciados, apenas Victor não compareceu à audiência.
Os envolvidos respondem por homicídio duplamente qualificado. Jaime havia sido preso, suspeito de envolvimento na morte do soldado Vitor Cezar de Almeida Pedroso. Ele foi baleado e estava sob tratamento em um hospital particular, localizado no bairro de Fátima, quando o local foi invadido por suspeitos encapuzados, que renderam funcionários e policiais e o executaram.
Tentando adiantar o processo, os representantes do Ministério Público do Pará chegaram a propor que fosse invertida a ordem dos depoimentos, começando pelas testemunhas de defesa, porém, os advogados de defesa dos réus rejeitaram. 
A audiência foi remarcada para os doas 21 e 28 de agosto. 
(DOL)

-QUE CULTURA!!!



quarta-feira, 17 de maio de 2017

CPI DA FUNAI/INCRA AVANÇA ÀVPASSOS DE CÁGADO

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Parlamentares da bancada ruralista aprovaram nesta quarta-feira (17) o relatório final da CPI Funai-Incra, que pede o indiciamento de cerca de cem pessoas ligadas à causa indígena no país.
Entre os que tiveram nome citado em pedidos de indiciamento estão ao menos 30 índios, nove antropólogos, 14 integrantes da igreja Católica e 16 procuradores federais. Foi solicitado ainda o indiciamento de quatro servidores da Funai e outros nove do Incra. O ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo também é um dos citados.
O pedido tem efeito mais político do que prático. A decisão de investigar e porventura apresentar denúncia contra os nomes do relatório caberá ao Ministério Público. 
A CPI foi criada em novembro passado e é dominada pela bancada ruralista na Câmara, setor historicamente em conflito com comunidades indígenas no país. O relator da CPI, deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), é o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária.
A comissão se propôs a investigar fraudes nos processos de demarcação de terras e na aplicação de recursos destinados às tribos. Também apurou assentamentos e comunidades quilombolas.
Não há no relatório, no entanto, sugestões de indiciamento de nenhum produtor rural ou pessoa envolvida em conflitos com indígenas no campo.
A oposição formada por parlamentares do PT, PCdoB e PPS tentou protelar a votação o quanto pode, já que a maioria dos integrantes se mostrou francamente favorável à aprovação do relatório final. Deputados do PSOL e da Rede, embora sem assento na CPI, reforçaram o grupo minoritário de oposição.
Às 15h, deputados da base aliada, favoráveis a aprovação do relatório, já estavam impacientes com as manobras de obstrução da oposição.
O deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) quase entrou em um embate físico quando o presidente da CPI, o deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), não lhe permitiu apresentar uma questão de ordem quando chegava perto da hora de votar o relatório.
Aos gritos, ele se aproximou da mesa da presidência dizendo que Moreira não tinha o direito de lhe "cassar a palavra". "Não coloque a mão aqui", bradou Moreira.
Um grupo de cerca de 20 indígenas protestou na porta da Câmara dos Deputados. Assim como na sessão do dia anterior, eles não foram permitidos participar das discussões no último dia da CPI.
Somente um índio assistia calado aos debates. "Essa CPI só tem um interesse, que é acabar com as demarcações de terra no país e a extinção da Funai", disse o indígena Alberto Terena, do Mato Grosso do Sul. "Enquanto eles discutem, nossa gente morre na mão de pistoleiros no campo."
Deputados de oposição e da situação trocaram acusações. A oposição dizia que os ruralistas faziam uma caça às bruxas com todos identificados com a causa indígena, inclusive ONG"s.
Já a situação afirma que a Funai e as entidades falharam ao cuidar do índio, que hoje viveria em condições de miséria.
O deputado João Rodrigues (PSD-SC) aproveitou as discussões para atacar o PT e o ex-presidente Lula.
O relatório final pede o indiciamento do antropólogo Carlos Antônio Dal-Prá, morto em 2008. A questão foi muito criticada pela oposição, o que motivou o ataque do parlamentar.
"Eu concordo que quem não está mais aqui não tem direito a defesa, como foi o caso de dona Marisa Letícia, quando foi acusada por Lula no caso do triplex", disse. A fala causou forte reação da oposição, que repudiou aos gritos de "baixaria".
ANTROPÓLOGOS
Também falando de pessoas que já morreram, o deputado Edmilson Rodrigues criticou o relator Nilson Leitão, por ser ele do mesmo partido do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, cuja mulher, Ruth Cardoso, foi fundadora da ABA (Associação Brasileira de Antropólogos), que tem diversos integrantes com sugestão de indiciamento.
"Fico pensando como a senhora Ruth Cardoso se revira no túmulo de vergonha desse relatório", disse Rodrigues.
Em sua fala final, o relator pediu a retirada do nome do antropólogo morto do relatório, mas antes se defendeu. "Não adianta me afrontarem com essa ideia. Entidade não comete crime. O que não podemos continuar aceitando é o ativismo em órgãos públicos", disse.
Outro nome que foi retirado do relatório final foi do arcebispo de Rondônia, dom Roque Paloschi. Ele acusa ONGs de sequestrarem o discurso indígena, definindo as prioridades do debate sem o consentimento das comunidades.
A presidente da ABA, Lia Zanotta, criticou a presença de antropólogos no texto do relatório. Uma das associadas, disse ela, foi citada somente porque em sua tese havia um agradecimento ao povo indígena, o que foi considerado pela comissão como conluio ou interesse comum dos antropólogos que prestam serviço para a Funai.
O deputado João Rodrigues (PSD-SC) afirmou que a Funai utiliza os índios como massa de manobra. "Na minha região, o índio quer trabalhar, quer ter carro, roupa, mas a Funai quer dar o mínimo a esses pobres coitados", disse.
A fala foi criticada pelo único índio na sala. "Dizem que nossas comunidades são zoológicos humanos. Nós temos nossos costumes, nosso modo de vida, e gostaríamos de ser respeitados", afirmou.
(Folhapress)

Sintepp Aveiro o terror dos prefeitos


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Sintepp da cidade de Aveiro é o terror dos prefeitos do município, por ser um sindicato ligado  a educação, onde representa os educadores de todo o município deveria ter a inteligência e bom senso de entender a situação em que o município de Aveiro está passando e ajudar o governo para que a situação do município pudesse melhorar.

Mais ao invés disso, os responsáveis pelo sindicato em Aveiro só sabem cobrar, cobrar e cobrar, e ainda fazem acusações agora contra o prefeito Vilson Gonçalves que assumiu a prefeitura a pouco,  a apenas cinco meses.

Nesse curto período de tempo em que o atual prefeito assumiu a prefeitura toda sucateada o prefeito tem feito de tudo para resolver os problemas do município,  fato que é humanamente impossível.

Mais mesmo assim a perseguição do sindicato é ferrenha contra a atual administração, ao invés de ajudar o sindicato quer mesmo é tocar o terror e amedrontar a atual administração com postagens e acusações nas redes sociais denegrindo a imagem agora de uma nova vítima o prefei Vilson Gonçalves.

Uma sugestão para os incomodados que eles usem todo os "poderes" que dizem ter e ajudem o município,  e não fiquem perturbando quem foi eleito pelo povo e que já deu para a população as provas suficientes que foi eleito para trabalhar.

Para os integrantes desse sindicato em Aveiro só existe a educação como foco no município,  para eles funcionários de outros setores como Saúde,  agricultura,  obras e outras profissionais eles não estão ligando, querem ser exclusivos. A prefeitura de Aveiro além dos servidores tem compromissos também com outras situações,  por tanto parem de encher o saco de quem quer trabalhar e ajudem o município crescer e progredir.


Fonte : Elias Júnior Notícias
Imagem RP

-QUE CULTURA!!!

HERRAR É UMANO

Odebrecht usou 30 contas no exterior

Odebrecht usou 30 contas no exterior (Foto: )
LETÍCIA CASADO
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ex-executivo da Odebrecht Fernando Migliaccio disse em delação premiada que a empreiteira utilizou de 30 a 40 contas não declaradas no exterior "para operacionalizar os pagamentos paralelos". 
Ele também contou que a empresa armou um esquema para transferir ao Brasil dinheiro ilícito gerado no exterior que serviria para pagar propina aqui. 
Segundo o delator, apenas no segundo semestre de 2015 -com a Lava Jato em curso e Marcelo Odebrecht preso-, a empreiteira transferiu US$ 25 milhões ao Brasil. 
Para trazer o dinheiro de volta ao país, outro executivo, Marcos Grillo, forjou um contrato para justificar a transferência dos recursos depositados em vários bancos, afirmou Migliaccio. 
A Odebrecht, disse ele, apresentou o contrato aos setores de compliance das instituições financeiras. 
Migliaccio era funcionário do alto escalão do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, apelidado pelos investigadores da Lava Jato de "departamento da propina". Era essa a área da empresa responsável por organizar o pagamento de propina aos políticos e funcionários públicos. 
Eles usavam um sistema de informática ("Drousys") criado para fazer a contabilidade da propina. 
Migliaccio contou que, por causa da Lava Jato, a cúpula da Odebrecht decidiu no fim de 2014 encerrar esse software. Mas, antes disso, "foi criado um espelho do Drousys, o qual se chamava Riadec", para que ele continuasse a operar e para que pudesse fechar as contas no exterior "e remeter novamente os valores para as empresas do grupo". 
Migliaccio usou o "Riadec" até janeiro de 2016, pouco antes de ser preso, em fevereiro. 
Ele disse que, para que os pagamentos fossem realizados pelo setor de operações estruturadas, a Odebrecht gerava caixa no exterior "via planejamento fiscal". A Folha de S.Paulo antecipou que a Odebrecht criou uma área para gerar fluxo de caixa para pagar propina. 
O delator foi preso na Suíça em fevereiro de 2016, na 23ª fase da Operação Lava Jato, a "Acarajé". 
A colaboração de Migliaccio foi homologada em 30 de janeiro, mas os documentos se tornaram público na noite desta terça (16). 
Ele vai pagar R$ 5 milhões em multa e devolver 8 quilos de ouro, entre outras coisas.
Fonte: FolhaPress

Dia Mundial da Hipertensão: coma potássio para regular a pressão

Dia Mundial da Hipertensão: coma potássio para regular a pressão (Foto: Divulgação)
De acordo com a Sociedade Brasileira de Hipertensão, no mínimo 25% da nossa população adulta apresenta níveis elevados de pressão arterial. O quadro, caracterizado por um aperto nos vasos sanguíneos, está por trás de desfechos graves. Para ter ideia, a Organização Mundial da Saúde calcula que a hipertensão é responsável por 51% das mortes por derrame e 45% dos óbitos associados a doenças cardíacas.
Uma das recomendações mais clássicas para prevenir e ajudar no tratamento desse mal é a redução de sal na dieta. Faz total sentido. Quando se abusa do sódio – mineral presente no tempero –, o organismo passa a concentrar mais líquido no interior dos vasos, elevando a pressão ali dentro. Acontece que existe um nutriente que atua de modo oposto (ou seja, relaxando as artérias). Trata-se do potássio.
Inclusive, em uma revisão recente, feita na Faculdade de Medicina Keck, na Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, pesquisadores concluíram que caprichar nesse mineral – encontrado em frutas, verduras, legumes, leguminosas e grãos integrais – é tão importante quanto maneirar no sódio quando o intuito é manter a saúde dos vasos.
De acordo com Alicia McDonough, principal autora do compilado, diversos estudos demonstraram que o maior consumo de fontes de potássio costumava sinalizar níveis mais baixos de pressão arterial – independentemente da quantidade de sódio ingerido.
Mas, apesar de o bendito potássio gerar benefícios por si só, o ideal mesmo é que também se invista na redução do sal. Até porque há estimativas de que nós, brasileiros, exageramos no ingrediente: enquanto o limite é de 5 gramas ao dia, dados dão conta de que chegamos aos incríveis 12 gramas.
Voltando ao potássio: a indicação de consumo é de 4,7 gramas por dia. Para chegar nisso, é preciso investir em frutas, verduras e legumes, um hábito que anda esquecido por aqui. Mas é crucial lembrar que esse é um mineral sensível. Prova disso é que cozinhar verduras com muita água faz com que parte do nutriente vá embora. Por isso, é melhor prepará-las no vapor – ou usar o caldinho do cozimento em alguma receita.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Prefeito de Breu Branco é assassinado em trecho da rodovia PA-150


Político do PSD foi atingido por tiro enquanto pedalava no início da manhã desta terça-feira, 16. Equipe da Divisão de Homicídios foi enviada para a cidade para iniciar investigações.
O prefeito do município de Breu Branco, no sudeste do Pará, Diego Kolling, foi assassinado no início da manhã desta terça-feira (16), enquanto pedalava uma bicicleta na companhia de amigos em um trecho da rodovia PA-150 no município.
De acordo com a assessoria da Polícia Civil, por volta de 7h30, a vítima, de 34 anos, teria recebido um tiro no lado direito do peito e chegou a ser socorrido e encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, mas não resistiu aos ferimentos. O corpo do prefeito permanece na UPA aguardando remoção do Instituto Médico Legal (IML).
Em nota, a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) informou que determinou o deslocamento de grupos de policiais militares da Ronda Tática Metropolitana (Rotam) de Tucuruí para Breu Branco a fim de reforçar o policiamento. A Secretaria determinou, ainda, o deslocamento de um helicóptero do Grupamento Aéreo da Segup para a cidade de Breu Branco, que conduzirá uma equipe de policiais civis da Divisão de Homicídios (DH), responsáveis pelas investigações sobre o caso. Blog do Xarope