RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

domingo, 29 de novembro de 2015

-QUE CULTURA!!!

Herrar e umano


X CALYPSO

Lançadas Logo marca e música novaLançadas Logo marca e música nova (Foto: Divulgação)


O guitarrista e dono da banda XCalypso, Ximbinha, fez a liberação da primeira música de trabalho, que lançará a cantora Thábata Mendes. 
"Saudade", dos compositores Marquinho Maraial e Edu Lupa é o nome da música.
estiloso lembrando uma guitarra antecede a palavra "Calypso".
O nome "XCalypso" foi escolhido por Ximbinha devido a briga judicial com a ex-mulher e cantora, Joelma.
O primeiro show da XCalypso será no dia 3 de janeiro em Ananindeua.
Nos planos de Ximbinha e Thábata estão a gravação de um DVD para o ano que vem.
(DOL)

Cinco são presos pela PF por fraude no DNPM/PA

Cinco pessoas foram presas pela Polícia Federal no Pará, na manhã desta segunda-feira (23), durante a operação ‘Grand Canyon’. A ação desarticulou uma quadrilha que atuava no Departamento Nacional de Produção Mineral do Pará (DNPM/PA).


A polícia cumpriu ainda 14 mandados de busca e apreensão e condução coercitiva, quando o investigado é levado à sede da PF para prestar esclarecimentos. Os mandados foram cumpridos nas cidades de Belém, Marabá, Goiânia e Brasília. Setenta policiais federais participaram da operação.


A ação é resultado de uma investigação iniciada em agosto após a divulgação de um relatório da Controladoria Geral da União (CGU) com informações sobre um grupo de empresas que teria se beneficiado na tramitação de processos administrativos no DNPM/PA. Durante a investigação, a polícia descobriu que servidores do órgão cobravam propina para autorizar títulos minerários no Pará.
Os presos vão responder por corrupção passiva, advocacia administrativa e violação de sigilo funcional.
Fonte: RG 15/O Impacto e Portal ORM

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

A FÁBULA DO GATO BARBUDO

Aristides Athayde (*)  

  Um fazendeiro plantava milho e o armazenava no paiol. Com o milho, o fazendeiro alimentava as galinhas, os cavalos, as vacas, e todos os outros bichos da fazenda. Os bichos da fazenda, por sua vez, garantiam ao fazendeiro o seu sustento.
  Os ratos insistiam em roubar o milho armazenado no paiol. Quem  cuidava do paiol era um cachorro. Um cachorro preto e grande. Quem cuidava do paiol antes deste cachorro cuidar do paiol era o pai dele cachorro e, antes do pai do cachorro, quem cuidava do paiol era o avô do cachorro. E sempre foi assim, a família do cachorro cuidando do paiol, e não deixando que os ratos  comessem todo o milho.


  Era um trabalho duro: os ratos não acabavam nunca e, chovesse ou  fizesse sol, lá estavam para roubar uma espiga aqui, outra ali. O cachorro não tinha folga e para fazer frente à rapidez dos ratos, mantinha os  músculos em forma e os reflexos ligeiros. Em compensação, o cachorro adorava o seu trabalho. Afinal, se não fosse por ele, os ratos já teriam a muito tempo comido todo o milho e acabado com a comida dos demais bichos. Em reconhecimento ao seu trabalho, a  bicharada elegeu o cachorro o presidente da fazenda.

  É claro que o mando do presidente não era perfeito, discussões  surgiam, a insatisfação aparecia. Mas, de uma coisa todos podiam ter certeza:  quem trabalhasse, ganhava o seu quinhão.

  Um dia, apareceu na fazenda um gato. Um gato magro e bigodudo. Tão bigodudo que, se tivessem barba os gatos, esse poderia ser um gato barbudo. O cachorro, como todo cachorro que se preza, ciente da sua função e do  valor do seu trabalho, latiu para o gato, quis que o gato fosse embora. O cachorro sentia que aquele bicho de ar debochado, malicioso, sem muito gosto para o trabalho, não poderia ser grande coisa. O fazendeiro não ouviu o que o cachorro quis dizer, e o gato foi ficando, foi ficando, foi ficando...

  O gato, que não trabalhava (que, aliás, nunca tinha trabalhado), tinha bastante tempo para conversar com os outros bichos da fazenda. E  chegava de mansinho junto da bicharada, magrinho, fraquinho, e começava a miar.  Os outros bichos, muito bonzinhos, paravam para escutar o que o gato tinha para dizer:

  - Miau, miau, ai, ai. O que vai ser de mim. Não existe lugar nesta fazenda para um bichinho como eu, tão injustiçado, tão fraquinho! Veja, não posso trabalhar, o sistema é tão injusto! Só por que não nasci forte como o senhor, Seu Cavalo, só por que não posso dar leite como Dona Vaca, não posso trabalhar!

  O Seu Cachorro, o dono do poder, não avalia essas contingências históricas e me mantém mergulhado nessa penúria...

  - Mas, Seu Gato, e aquele trabalho que lhe ofereceram na casa, como guardião da dispensa?
  - Não aceitei, Seu Cavalo. Na verdade, prefiro continuar minha luta por condições mais dignas!

     No fim, depois de tanta ladainha, os bichos começaram a acreditar no  gato. A sentir pena do gato. E o gato, que se dizia injustiçado, se fazia passar por vítima. Que era  explorado pelo sistema e, principalmente, pelo cachorro que lhe negava tais milhos. Conquistou a simpatia dos bichos. E fez com que os bichos acreditassem que ele, tão sofrido, tão maltratado, iria garantir, a todos, melhores condições de vida.

  Tanto miou, tanto fez, que um dia os bichos revoltados com a situação  de absoluta miserabilidade do gato e com a injustiça social reinante na fazenda, resolveram destituir o cachorro. 

     E de nada adiantou o cachorro insistir que cuidar do paiol não era para  qualquer um. Que ele havia treinado muito para assumir essa função. Que os ratos não eram mole, e não  dariam trégua assim tão fácil.

  Afastaram o cachorro e, por unanimidade, colocaram no seu lugar o gato. Os bichos sabiam que o gato dantes nunca havia trabalhado. Que não tinha sequer se preparado para assumir a função mais importante na fazenda.  Mas acreditaram que o gato, por ter sofrido mais do que ninguém com a política do cachorro, traria ordem e moralidade à administração do paiol.

  No começo, tudo foi festa: no lombo de Seu Cavalo, viajava o gato para outros sítios e fazendas, falando sobre a sua conquista. Contava aos outros bichos que agora a fazenda vivia uma nova realidade. Tanta era a festa, tanta era a euforia, tanta era a esperança, que os bichos não perceberam que mais e mais gatos não paravam de chegar.

  Gatos de todos os jeitos. Gatos vindos de todas as partes. Gatos que, em comum com o gato-presidente, nunca tinham trabalhado na vida. E o gato-presidente, que curiosamente chamava todos os demais gatos de "cumpanhêrus", precisava arranjar uma função para aquela gataiada.

  Então, um dia, quando Seu Cavalo apareceu para puxar o arado,  percebeu que, no seu lugar, um bando de gatos ocupava os arreios. E Dona Vaca, que produzia o melhor leite da região, foi expulsa da estrebaria pelos cumpanhêrus do gato-presidente. E as galinhas, no galinheiro não moravam mais: nos poleiros, gatos e mais gatos fingiam estar botando ovos.

  E o gato-presidente remunerava prodigamente todos os seus companheiros. Afinal, um trabalho em prol da coletividade eles “desempenhavam”... Como era de se esperar, o gato-presidente (que nunca havia trabalhado) não conseguia  cuidar do paiol. Os ratos logo perceberam a situação: atacavam, como nunca haviam  feito, o milho da fazenda.

     Tão complicada ficou a situação que o gato-presidente precisou conversar com o seu conselheiro. Um gato de óculos, que miava de um jeito esquisito, puxando demais os "erres":
  - Miarr, presidente. A coisa tá feia. Em nome da governabilidade da fazenda, temos que nos aliar aos ratos!

  - Cumpanheiro, os fins justificam os meios! Devemos passar aos demais bichos uma imagem de ordem e tranqüilidade! E os gatos fizeram um pacto com os ratos: os ratos fingiam que não roubavam o milho, os gatos fingiam que caçavam os ratos.

  Dessa forma, a bicharada acreditava que os ratos estavam sendo combatidos, e os ratos que, por baixo do pano, recebiam suas espiguinhas, mantinham os gatos no poder.
  Entretanto, o milho foi acabando. E os bichos, que haviam acreditado  na conversa do gato-presidente, com fome, começaram a ficar insatisfeitos. E foram todos reclamar com o gato-presidente.

  Tarde demais. O paiol já estava infestado de ratos, ratos por toda  parte, ratos em tudo. Ratos e gatos, gordos, barbudos, aproveitando tranqüilamente o que havia sobrado de milho no paiol enquanto o resto da bicharada, os bichos que sabiam trabalhar, que davam duro, ficaram sem comida. Sem comida, e traídos, se sentiram, o maior tesouro: a esperança de dias melhores.
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 Eu votei no Lula. Como grande parte dos brasileiros, acreditei que o governo petista compensaria a sua inexperiência e despreparo com ética e moralidade.
  Dei ao PT o que passei a chamar de "chance ética". Sinto-me traído. Sinto-me decepcionado. Não só temos tido um presidente fraquíssimo do ponto de vista administrativo como temos vivido uma fase de imoralidade pública, de improbidade como nunca se viu na História desse País.
  Isto sem contar os compromissos ideológicos jogados na lata de lixo!
  Não votarei novamente no PT. Não acredito mais em gatos ou em  ratos... Não acredito no Lula.

  (*) Aristides Athayde é advogado, professor de Direito Internacional  da Faculdade de Direito de Curitiba. Mestre pela Northwestern University Chicago, Former Chairperson da Câmara de Comércio Brasil EUA  (AMCHAM), Membro da Câmara de Comércio Franco Brasileira e da ICC International Chamber of Commerce.

domingo, 22 de novembro de 2015

O REENCONTRO DEPOIS DE DUAS DÉCADAS

FILHO PROCURA PAI DESAPARECIDO E RP TEM INFORMAÇÕES

Resultado de imagem para DESAPARECIDOITAITUBA - Minha parceira de postagem no Rastilho de PólvoraSamar Viana, recebeu comunicação através do facebook da parte do cidadãoREGINALDO SANTOS, residente na cidade de Vianopolis estado de Goiás, que procura por seu genitor INACIO TEIXEIRA SANTOS, que encontra-se desaparecido há quase vinte anos.

Informa que seu pai, que encontra-se em local incerto e não sabido, mas que pode morar na região de Itaituba no Pará, é filho de Joana Teixeira da Conceição e José Oliveira dos santos nascido em 06.02.1958, acrescenta Reginaldo, que entrou em contato com o Blog devido ter executado pesquisa através do google (Web) e o Blog estar sempre atualizado e ter domínio de muitos acessos.
LEIA AQUI A  POSTAGEM ORIGINAL
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O REENCONTRO
As imagens mostram melhor que as palavras no reencontro da familia com o pai desaparecido POR quase vinte anos

Ola samar
Você Mora em itaituba??
Não. Sou de Itaituba mas moro em Jacareacanga
Trabalho lá
Bom
Estou sempre visualizando páginas de blog
Da cidade de itaituba
Meu pai está mora lá
Procuro por ele a muito tempo agora descobri que ele se encontra aí só que não tenho nem um endereço

Qual o nome dele?
Inácio Teixeira dos Santos
Filho de Joana Teixeira da Conceição e José Oliveira dos Santos
Nascido 06/02/1958
Temos o blog Rastilho de Pólvora que sempre está reportando notícias daqui de Itaituba
Sei esse blog e conhecido
Você mora onde?
Vianópolis
Estado de Goiás
A sim
Estou esperando uma pessoa entra em contato com o advogado Jorge
Jorge Humberto daqui de Itaituba.?
A mulher do meu pai entrou com pedido de divórcio com esse advogado então ele deve ter algum contato
Sim daí marido de wanea Azevedo
ELA É MINHA CUNHADA
A mesmo
Então ela é casada com o advogado?.
Ela é irmã de meu marido
Que bom
Eu estava a uns dois anos procurando direto então um rapaz entrou em contato comigo e passou essas informações que minha madrasta tinha entrado com pedido de divórcio com dr Jorge
Você quer no caso entrar em contato com seu pai, é isso?
Isso a 19 anos
Vc conhece Pedro Lopes?
Não.
Estou conversando com ele ele disse que e cunpadre do Jorge
Meio que parente
Vc poderia fazer esse favor grandioso pra mim??
Hum . então você logo logo conseguirá ter contato com seu pai
Tomara estou esperando esse dia
O nome da mulher do meu pai e Maria Clotildes Andrades da Silva
Ela entrou com pedido de divórcio pra divórcia de onivio José da Silva
Se acaso você tiver acesso a wanea ou marido dela transmita esse pedido se for possível
Vai ser muito importante pra mim
Mas tarde meu esposo vai estar em contato com a Dr.Wanea e Dr. JORGE ASSIM QUE TIVERMOS UMA NOTÍCIA ENTRO EM CONTATO COM VOCÊ.
Tudo bem obrigado meu WhatsApp 06296811894 ok
21 DE OUTUBRO DE 2015 18:43
Boa tarde. Meu amigo tenho informações de seu pai
Acesse Rastilho de Pólvora
Samar estou trabalhando não tenho como comentar a página muito obrigado por sua ajuda
Oi Estamos nesse mundo é para ajudar uns aos outros. Os conhecidos de seu pai disseram que se você mandar endereço contato  que eles repassam a seu pai
Como vi viu ele mora .uma colônia já se parou da Dona Clotilde
Fui pessoalmente no endereço que informaram que ele morava na 10 rua da Floresta
Tudo bem estou feliz e ao mesmo tempo triste por saber que ele está n situação ruim
Você féz algo muito bom
Mas sinta felicidade pois seu pai pode não estaá numa situação agradável. Mas está vivo
Verdade esse tempo todo achando que ele estava vivendo bem por isso não dava noticias
Você tem como. Colocar meu WhatsApp 06296811894 no blog
Não consigo postar um comentário
Coloque seu endereço para familiares entregar para seu pai
Obrigado samar estou muito feliz com a solidariedade
Foi muito bom Deus sabe de tudo
Ne mesmo
Porque você não V. Buscar seu pai?
Já de idade vivendo em uma colônia
Creio que precisa de você. Na rua a qual fomos pediram para você mandar seu endereço para entregar a seu pai.
Se possível colocar meu telefone porq ele entrando em contato comigo fica mais fácil
Oi.
Ok
Tá bom
Porque de qualquer forma vai demorar a gente se encontrar
Mais quando ele entrar em contato comigo agente ve o que fazer
Ne samar
Ok.seu contato já está no blog


3 DE NOVEMBRO DE 2015 22:54
Samar boa noite estava aqui pensando você faz parte do blog rastilho de pólvora?
Sim. MEU ESPOSO NA VERDADE QUE É DONO DO BLOG. PORQUE?
Estava aqui pensando nos podia da uma importância a mais no fato de que o blog foi o canal pra encontrar minha família
Se vocês topasse fazer uma publicação meu pai vem daqui dez dias
Ficava legal publicar blog rastilho de pólvora ajuda jovem encontrar o pai
Te mando as fotos
Ótima idéia. Ficaria feliz. Em publicar esse reencontro.
E fico feliz por você reencontrar seu pai pessoalmente
Obrigado
Vamos fazer uma coisa legal
Acho que o blog merece passar pras pessoas oque foi realizado
Através dele tem uma família feliz estou certo?
Agente vai fazer umas fotos aqui bem legal no reencontro e entro em contato com você!
Que bom. Aguardo contato seu.
Ok
A insistencia de um bom filho à procura de seu pai e  o final feliz da busca  O Rastilho de Pólvora foi um pequeno instrumento para esse momento que se perpetuará no seio da familia para sempre