RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

quinta-feira, 30 de maio de 2013

LUTA DE BRAVOS

INDIOS RESISTEM FIRMEMENTE EM BELO MONTE

Estamos acompanhando, diariamente, pela mídia e redes sociais a situação de tensão que encontra-se no Sítio Belo Monte. Na guarita principal, homens da Força Nacional monitoram e fazem rondas no canteiro de obras. Jornalistas e advogados estão proibidos de entrar e alguns já foram até colocados para fora do local, o que já causou grande repercussão e notas de repúdio de sindicatos e entidades de representação de classe. Cerca de duzentos índios permanecem no local.
Indígenas de pelo menos cinco etnias continuam em processo de resistência e voltaram a protestar. Eles protocolaram um documento no Ministério Público Federal (MPF) pedindo a regulamentação das consultas indígenas em áreas onde há projetos hidrelétricos, a suspensão de operações policiais no Xingu e Tapajós e a paralisação das obras da hidrelétrica de Belo Monte. Os índios querem conversar diretamente com um representante da Secretaria Geral da Presidência da República.
A situação de conflito no canteiro de obras de Belo Monte só aumenta. A Norte Energia, responsável pelas obras, informa que já foi feito um novo pedido de reintegração de posse à Justiça Federal. E em nota, a Secretaria Geral da Presidência da República diz que não vai negociar com os índios enquanto durar a ocupação, iniciada na última quinta-feira, 2.
Senhores deputados e senhoras deputadas, o que os povos indígenas estão cobrando é o direito constitucional de serem consultados antes da implantação do empreendimento e a retirada de tropas militares da região, que estão levando terror ao local, com as revistas e monitoramentos constantes de quem entra no canteiro de obras.
Chama a atenção também a nota oficial emitida pela Secretaria Geral da Presidência da República que, não só desrespeita o direito dos índios como também faz acusações às lideranças indígenas, colocando nelas a responsabilidade pelo conflito. De acordo com a nota, divulgada na última segunda-feira, 6, “em sua relação com o governo federal essas pretensas lideranças Munduruku têm feito propostas contraditórias e se conduzido sem a honestidade necessária a qualquer negociação”.
O governo federal também acusa os indígenas da prática de garimpo ilegal. A nota da Presidência da República deixa bem clara a posição do governo federal nesse projeto desenvolvimentista, que desrespeita os direitos dos povos indígenas. Nesta terça-feira, 7, os índios divulgaram uma carta à imprensa, na qual destacam que “o governo perdeu o juízo”. No documento, eles reclamam da militarização da região do Xingu, que impede a entrada de jornalistas no local da ocupação e, segundo os manifestantes, intimida quem participa do protesto. “É o governo que não quer cooperar com a lei. E faz manobra para tentar desqualificar nossa luta, inventando histórias para a imprensa”, disseram os ocupantes.
Como pesquisador tenho destacado que Belo Monte é uma catástrofe anunciada. É um sistema de engenharia condenável em todos os aspectos possíveis. Em primeiro lugar porque afeta cerca de 30 terras indígenas e não foram realizadas as audiências públicas prévias e bem informadas com os povos, conforme determina a Constituição Federal. Há também incertezas sobre a vazão e a capacidade do hidrograma (canal de concreto) em construção para redirecionar a água nos 100 km da volta Grande do Xingu. Ou seja, se os impactos negativos não foram identificados, obviamente torna-se inviável o planejamento de ações mitigadoras para compensá-los.
Além disso, o rio Xingu, em 35 anos só alcançou 22 mil m3/s de volume em 6% dos dias. De acordo com ele, são necessários 14 mil m3/s para produzir energia e, pelo menos, 8 mil m3/s para manter a vida nos 100 km da Volta Grande. “Isso evidencia que a usina vai impor uma escolha absurda: ou se sacrifica a Volta Grande ou se sacrifica a geração de energia. E mais: a obra custará mais de R$ 30 bilhões, ou seja, muito acima dos R$ 19 bi previstos no período licitatório”, concluiu o pesquisador.
Nesse sentido, nos termos regimentais, requeiro que este Poder manifeste solidariedade à luta e à resistência dos indígenas do Xingu, bem como solicite ao governo federal a imediata abertura de negociações com as lideranças que ocupam há dias o canteiro de obras de Belo Monte.
Requeiro, também, que seja dado conhecimento do teor integral desse Requerimento ao Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Movimento Xingu Vivo para Sempre, Fundação Nacional do Índio (Funai), Secretaria Geral da Presidência da República e à Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SPDDH). Texto Extraído do Blog MilitânciaViva
TítuloRP

sexta-feira, 24 de maio de 2013

MANUEL DUTRA E O PAXÁ

Seu Mané, o Paxá de Itaituba. No velho tempo dos descaminhos do ouro

História de jornalista: quando "o dinheiro abafa"
“Na segunda, na quarta e na sexta-feira sou de uma. Na terça, na quinta e no sábado sou de outra. No domingo é minha folga, fico solteiro”.

Charge J. Bosco, especial para o livro Ramal dos Doidos, 1998
Reportagem que publiquei no Liberal, de Belém, em 21.12.1987
Por M. Dutra
Quase ninguém na cidade e em toda a região garimpeira de Itaituba sabe quem é Aldo Inácio, um paulista de 38 anos que aqui chegou em 1980, vindo de Porto Velho numa Kombi. Mas ninguém desconhece o Seu Mané. E por duas razões - ele é hoje um dos homens mais ricos da região e que não faz segredo sobre sua vida familiar. Casado com duas mulheres com as quais tem oito filhos, cria um outro cuja mãe é gerente de uma de suas firmas e, para quem quiser surpreender-se, todos - só não a gerente - vivem sob o mesmo teto, aliás dentro do palacete cujas suítes têm a visão do Tapajós. 
Sadako Sudo Inácio, 36 anos, uma nissei paulista, foi a primeira mulher com quem Seu Mané casou-se no civil. Ela deu-lhe seis filhos - três homens e três mulheres. 
Mais tarde, começou a gostar, ‘por fora’, de Francinete Demétrio, 37 anos, natural de Rondônia. “Eu mesmo comecei a fazer com que as duas se aceitassem, eu levava presentes para uma e dizia que era a outra que mandava”, conta ele. Depois, “nós três achamos que era melhor dividir o mesmo fogão e resolvemos morar juntos”, ainda em Porto Velho. 
Para proporcionar status social à segunda mulher, Seu Mané casou-se no católico com Francinete, transformando-a ainda em sua sócia nas empresas que possui “para dar a ela também os direitos sobre os meus bens e assim minhas duas esposas ficaram em pé de igualdade”. E o relacionamento amoroso? Ele responde: “Na segunda, na quarta e na sexta-feira sou de uma. Na terça, na quinta e no sábado sou de outra. No domingo é minha folga, fico solteiro”. Sadako e Francinete são senhoras de duas suítes espaçosas de frente para o rio Tapajós, uma bem ao lado da outra e nas quais não faltam conforto e luxo. 
Totalmente submissas ao marido comum, “elas são tão unidas como se fossem duas irmãs”, vangloria-se Seu Mané. Segundo ele, e conforme foi possível observar, uma cuida dos filhos da outra, aparentemente sem distinção. As tarefas da casa são repartidas e é possível deparar-se com ambas conversando perto do fogão ou lavando os pratos junto com as empregadas. “Vivo feliz e começaria tudo de novo; não me vejo diferente das outras mulheres”, é o que afirma Sadako, praticamente a mesma opinião de Francinete, para quem “não é o dinheiro dele que faz isso”, frisando que a convivência triangular começou há 15 anos, quando a situação era outra. 
“Dinheiro abafa” 
Hoje as duas esposas de Seu Mané podem ser vistas, juntas, indo às compras, ao cabeleireiro, ou os três, presentes a um acontecimento social como foi no sábado passado, por ocasião do casamento de Elgislane, filha de Francinete. No convite para a festa constava o nome do pai da noiva e de suas duas esposas. Silfarney, um rapaz de 18 anos, filho também de Francinete, mostra-se tranquilo com a situação de sua família e não esconde que o “dinheiro abafa a discriminação”. Ele conta que, por vezes, há algumas gozações na escola e que, em casa, as brigas entre os irmãos nunca são causadas pelo fato de terem pai comum e mães distintas. 
Aldo Makuto Inácio é filho de Sadako e tem 14 anos. Ele assegura que “não há diferença entre nós e nós olhamos uma e outra como nossa mãe”. E arremata: “Imagino fazer como o meu pai, pode ser até mais de duas”. Para Seu Mané, “é difícil um lar funcionar tão bem como o meu”, recordando que, quando chegou a Itaituba, há sete anos, pobre e numa Kombi velha, havia discriminação, “além da perseguição que sofri por ser pobre e porque tinha um bar”, logo depois de deixar a condição de camelô, “gritando aí nas portas das lojas”. 
O nome Seu Mané surgiu da denominação de seu bar, em homenagem a Garrincha. Preso várias vezes “porque era pobre”, conta ele, acrescentando que “hoje consegui ser respeitado pela máfia que domina Itaituba”. E o patrimônio amealhado nesses sete anos? Aldo Inácio dá um sorriso maroto, como quem não quer ouvir a pergunta. Mas não se furta à resposta: Recentemente vendeu seus cinco supermercados por 86 milhões de cruzados “que ainda não pude receber”, tem uma papelaria, um laboratório de revelação em cores, três aviões de aluguel, 800 mesas de bilharito espalhadas pelos garimpos, três mil hectares de terra no quilômetro 180 da Transamazônica, nove casas e 22 terrenos em Itaituba, mais de mil hectares no Cento e Quarenta, propriedades na Transgarimpeira e 12 casas em Moraes Almeida. 
Ele diz que está parado, presentemente, com os negócios com ouro, por causa do preço baixo. Mas afiança que em 1983 e 1984 chegou a comprar 70% do ouro produzido em Itaituba. Talvez por ter diversificado suas atividades, não se concentrando somente nos negócios com ouro, Seu Mané é um dos raros empresários considerados grandes, que apresenta relativa liquidez neste momento, quando alguns dos conhecidos barões da região enfrentam dificuldades. 
Muitos Manés
“Se o ouro passasse dos atuais 1.100 para 2 mil cruzados o grama, em três meses todo mundo pagava todo mundo e a crise passava”. Seu Mané garante que na presente temporada “só uns dois” estão bamburrando nos garimpos, extraindo cerca de 100 quilos por semana. A dificuldade, diz ele, é a falta de capital de giro que afasta os investimentos. A situação dele é menos desastrosa, “porque eu sempre trabalhei em cima de marketing”. Homem de pouco estudo, Seu Mané mostra-se uma pessoa bem educada e relativamente bem informado, desde a bolsa de Londres às oscilações do mercado de capitais. 
Na semana passada, enquanto dava andamento aos preparativos do casamento da filha (cerca de 5 milhões de cruzados com a festa que incluiu aviões para transportar convidados), ele se reportava à poluição do Tapajós que, na frente de sua casa, está com a cor amarelada pelos despejos dos garimpos: “A chamada civilização é assim mesmo”. A despeito de todos os problemas hoje vividos na região do ouro, Aldo Inácio está convencido de que tudo pode mudar para melhor “e ainda podem surgir centenas de Seus Manés por aqui”.

COISA DO ARCO DA VELHA OU DO FUNDO DO BAÚ?

SAIU NO BLOG DO JESO: Punido pelo TCE, Ademar Baú terá que devolver 100 mil

Ademar Baú, ex-prefeito de Trairão

Reporta o Jornalista e Blogueiro, Jeso carneiro, um dos mais conceituados de Santarém e região, que por irregularidades na prestação de contas de um convênio firmado em 2000 entre a Prefeitura de Trairão e a pasta estadual de Saúde (Sespa), o ex-prefeito Trairense foi condenado pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) a devolver aos cofres públicos quase R$ 100 mil.
Neste total, estão incluídas duas multas – R$ 5 mil e R$ 400.
O montante sem as multas chega é de exatos R$ 86.127,53.
Ademar Baú é filiado ao PSDB.
Na eleição do ano passado, foi derrotado nas urnas pelo atual prefeito de Trairão, Danilo Miranda (PMDB).
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Portal Trairense

DIA DE FESTA NA ALDEIA


Neste  19 de abril onde comemora-se o Dia Internacional dos Povos Indígenas, além da farta comemoração na Aldeia Sai Cinza pelo transcurso da memorável data, comemorou-se também  a formatura da primeira turma do ensino médio modular, onde 44 jovens  indígenas receberem certificado de aprovação e conclusão que os darão direito a caminhar em busca de profissionalizações em diversas áreas  em universidades.
Se fizeram presentes prestigiando o evento além  do Secretário Municipal de Educação Pedro Lúcio que representou o Prefeito Municipal, que estava em viagem à capital Federal defendendo interesses da municipalidade, a educadora Edna Ferreira Diretora do Ensino Médio de Jacareacanga, os vereadores Walter Tertulino, Elinaldo Krixi, Adonias Kabá, Rosinildo Saw, Jerson Mourão e Ivanildo Rocha além de outras pessoas ligadas a organizações de apoio à causa indígena.
Em sua fala, o Secretario de Educação Pedro Lucio em breves palavras reportou-se incentivando a luta dos indígenas, parabenizando o momento em que se comemora além do Dia do Índio, importante marco de vitória que é a Formatura da primeira turma do ensino médio, e declarou sua convicção que a partir da valorização e interesse do alunado pela educação prenuncia-se futuro promissor para esses.
Edna Ferreira, fez uso da palavra para estender sua admiração pela formatura de novos valores que agora estão às portas de uma faculdade  e fez agradecimentos ao Secretário de Educação Pedro Lucio e Prefeito Municipal Raulien Queiróz pela grande disposição que demonstram em apoiar o alunado do Ensino Médio contribuindo no que   lhes parecem necessário e justo já que em todas as ocasiões que precisam de apoio tanto o secretario quanto o prefeito não medem esforço em ajudar.
O vereador Walter Tertulino, em discurso reportou-se que na Aldeia Sai Cinza, ora em merecida festa, sempre foi destaque nas lutas diversas dos Munduruku, tanto lutas por uma educação de qualidade, promoção de saúde digna, e lutas pela demarcação das Terras Indígenas Sai Cinza e Munduruku, e acrescentou que foi nesse aglomerado humano que  essas lutas tiveram origem em busca de direitos garantidos legalmente, entretanto quase sempre negado seus cumprimentos,  foram planejadas, vencidas e comemoradas, e que hoje a luta pelo conhecimento através da educação escolar recebia seu maior premio: A formatura celebrada em uma festa cultural e um marco para o Indigenismo devido a importância do dia 19 de abril.
A organização do evento foi planejada  pelos professores, e coube ao Professor Zanella comandar o cerimonial.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

-QUE CULTURA!

Foto Com certeza há uma abundancia de produtos

PERIQUITAS E JACARÉS


 
Um velho senhor tinha um bonito lago na sua enorme propriedade.

Depois de algum tempo sem ir ao local, decidiu naquele dia dar uma olhada geral para ver se estava tudo em ordem.
Pegou um balde para aproveitar o passeio e trazer umas frutas das árvores pelo caminho, e ao aproximar-se do lago, escutou vozes femininas, animadas, divertidas.. ..

Então viu um grupo de jovens mulheres a tomar banho no lago,
completamente nuas.

Chegou mais perto e, com isso, todas elas fugiram para a parte mais funda do lago, deixando apenas a cabeça fora de água.

Uma das mulheres gritou:
-Não saimos daqui enquanto o senhor não for embora!

O velho respondeu:
- Calma moças, eu não vim até aqui para vê-las nadar ou para vê-las  sair nuas do lago!

Levantando o balde, ele disse:
-Eu só vim dar comida ao jacaré...

(Idade, experiência e esperteza, sempre triunfarão sobre a juventude e o entusiasmo)!!!
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Encaminhado pelo animalesco Míster JJUM

RESPOSTA AO EMANUEL BENTES

cristaltapajonico deixou um novo comentário sobre a sua postagem "POLÍTICOS SE AGIGANTAM O POVO SE APEQUENA, ELES QU...":

contestar o senhor WALTER TERTULINO que é filiado e vereador do PSB de Jacarecanga. O Senmhor ADEMIR ANDRADE nao foi se oferecer pra estar noi palangue e muito menos veio a itaituba pra participar da audiencia. Na VERDADE ele veio visitar o partido PSB em Itaituba e ter encontro com lidenças municipais da regiao,como foi o caso de Novo Progresso que esteve em Itaituba e na ocasião as lideranças da audiencia foram até ADEMIR ANDRADE e pediram apoio e ele fora OUVIR, mas foi lhe concedido a palavra e nao se
acovardou.
E preciso se inteirar mnelhor vereador e blogueiro.
EMANUEL BENTES
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Carissimo amigo, Politico e Advogado!
Louvo muito sua atitude de verdade em sair em defesa do nosso Presidente Ademir Andrade ja que V.Sa., faz parte da militancia da sigla PSB creio. Entretanto contestar a minha forma de  nivelar todos os forasteiros como interessados no palanque politico criado é necessario ter-se humildade para assumr a questão, senão vejamos:
-V.Sa., diz que Ademir veio a Itaituba para encontro com lideranças municipais da região... -Que surpresa meu amigo! Eu, WT fui o vereador mais votado nas eleições passada e com votação recorde desde o advento da urna eletronica, e ainda outro colega fizemos do PSB os primeiros dois vereadores em Jacareacanga, e nossa sigla atraves de Belem e propriamente V.Sa.,   passa recibo que é desorganizada na região, vez que sequer sabia disso, ja que para encontro com o nobre presidente nem ocuparam-se em convidar-nos, ou estamos fora da região mencionada? 
Estive junto aos garimpeiros por ocasião do Palanque e não fosse a Sra Horalice Cabral, me levar pelos pulsos para apresentar-me ao nosso presidente esse teria passado ao largo deste humilde politico que apesar de noviço sente a discriminação dos iluminados. Para lhe situar melhr como o PSB de Belem e o que V.Sa., é militante é icone em Itaituba, fiz varios contatos com o PSB regional, oficiei documentos ao Cassio Andrade, e passado 4 meses ainda não obtivemos respostas, e não queria nada somente criar vinculo politico com a esfera estadual. Será que voces sabem que aqui em Jacareacanga o PSB tem dois vereadores da sigla? se sabem, fazem que não sabem, inclusive voce querido amigo. Só pra nós aqui... valeu muito a participação do Ademir no PALANQUE, ao menos pude tomar conhecimento que ele tem cargo eletivo (Vereador em Belem), pensei que estava sem cargo.
Me oreiente como faço para estabelecer contato com a direção em Belem, pelo correio nunca consegui sucesso na que mesmo com o AR firmado não tenho respostas.

CONSPIRAÇÃO ODIOSA!


Hipótese escandalosa que não pode acontecer sem reação das pessoas que ainda possuem dignidade! Se você for uma delas, esteja preparado!
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O QUE VOCÊ ESPERAVA, que o PT ia deixar assim?


  A CONSPIRAÇÃO DOS DERROTADOS ou
JOAQUIM BARBOSA PODE RENUNCIAR
 Por Carlos Chagas
Serão desastrosas as conseqüências, se os mensaleiros conseguirem convencer a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal a iniciar o segundo tempo do julgamento do maior escândalo político nacional, dando o dito pelo não dito e o julgado por não julgado, na apreciação dos embargos apresentados até quinta-feira.
Primeiro porque será a desmoralização do Poder Judiciário, tendo em vista que os réus já foram condenados em última instância, em seguida a exaustivas investigações e amplas condições de defesa.
Depois, porque como reação a tamanha violência jurídica, Joaquim Barbosa poderá renunciar não apenas à presidência do Supremo, mas ao próprio exercício da função de ministro. Esse rumor tomou conta de Brasília, ontem, na esteira de uma viagem que o magistrado faz a Costa Rica, de onde retornará amanhã. Se verdadeiro ou especulativo, saberemos na próxima semana, mas a verdade é que Joaquim Barbosa não parece capaz de aceitar humilhações sem reagir. Depois de anos de trabalho como relator do processo, enfrentando até colegas de tribunal, conseguiu fazer prevalecer a Justiça, nesse emblemático caso em condições de desmentir o mote de que no Brasil só os ladrões de galinha vão para a cadeia. Assistir de braços cruzados a negação de todo o esforço que ia redimindo as instituições democráticas, de jeito nenhum.
Em termos jurídicos, seria a falência da Justiça, como, aliás, todo mundo pensava antes da instauração do processo do mensalão. Em termos políticos, pior ainda: será a demonstração de que o PT pode tudo, a um passo de tornar-se partido único num regime onde prevalecem interesses de grupos encastelados no poder. Afinal, a condenação de companheiros de alto quilate, por corrupção, ia revelando as entranhas da legenda que um dia dispôs-se a recuperar o país, mas cedeu às imposições do fisiologismo.
Teria a mais alta corte nacional mecanismos para impedir esse vexame? Rejeitar liminarmente os embargos não dá, mas apreciá-los em conjunto pela simples reafirmação de sentenças exaustivamente exaradas, quem sabe? Declaratórios ou infringentes, os recursos compõem a conspiração dos derrotados.
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Encaminhado pelo sublevado à putaria Míster JUMM

sábado, 11 de maio de 2013

POLÍTICOS SE AGIGANTAM O POVO SE APEQUENA, ELES QUERIAM ISSO MESMO!


O PALANQUE ARMADO – OS PAPAGAIOS SOBREVOAM – PIU-PIU E FRAJOLA


Itaituba - O palanque que foi armado para papagaios de piratas como Nélio Aguiar, Zé Geraldo, Airton Faleiro, Josefina, Ademir Andrade, Puty e outros do baixo clero entre os quais vereadores com pretensão a uma vaga na ALEPA originários de outros rincões, apriscos e planetas (todos completamente estranhos às mazelas interpostas na vida dos garimpeiros do alto Tapajós) totalmente agindo como oportunistas para captação de capital politico, foi o que se viu na Audiência Pública do ultimo dia 3 para se discutir os efeitos do malfado Decreto 714, que na verdade é um artefato de ação prolongada no meio dos povos que labutam no alto Tapajós e seus tributários se não for revisto ou revogado.

Presenças como do Dep Federal Dudimar Paxiúba que me pareceu injustiçado pelos apupos recebido, com conotação de ter sido orquestrado por defender a preservação do Rio Tapajós, foi mais que necessária já que é um politico genuinamente da região, assim como Hilton Aguiar, os prefeitos e Vereadores  das áreas de influencia do alto Rio Tapajós, entretanto algumas figuras supramencionadas e outras sem destaque, o fito principal foi propiciar  auto exposição mesmo.

O esforçado presidente do Poder legislativo de Itaituba, Wescley Tomaz que teve a iniciativa de reivindicar a audiência, mesmo sendo uma figura simpática e jovial, pecou, sem querer, presumo  dando oportunidade à formação do Palanque Politico, em convidar e dar oportunidade de fala a entes que caem em Itaituba e regiões adjacentes em tempos pré-eleitorais. As figuras centrais da audiência que deveriam ser o estado representado pelo Secretario de Meio Ambiente, e o povo garimpeiro que se acotovelaram no encontro ficaram na berlinda, realmente como coadjuvantes. O Secretario por ter sido acossado pelos papagaios de piratas, e o povo esmagado, que não teve direito em ter um representante usando a palavra, exceção feita ao Luiz Barbudo que muito falou e pouco disse. Para completar o vexatório encontro, meu querido amigo Wescley  para demonstrar autoridade que  quis usar em excesso e não precisava disso, se engalfinhou  com o Secretario da SEMMA, como se fosse o dono da cocada preta. Lembrei-me das contendas entre Tom e Jerry e Piu-piu e Frajola. Uma pergunta se apresenta para ser respondida:  - Mesmo sendo o autor e idealizador da Audiência porque Wescley não passou a direção do evento para ser presidido pela comissão incumbida de recrutar os garimpeiros para o encontro?

Dudimar e o Secretario foram desrespeitados. Autoridades são para usarmos seus préstimos e responsabilidades constitucionais em defesa do povo à exaustão, Alguns que se intitulam  porta vozes da razão e falsos lideres   garimpeiros e o Presidente da Câmara de Vereadores não sabiam disso.

Raulien Queiroz, Danilo Miranda,  Eliene Nunes que sentem o peso da responsabilidade como prefeitos em suportar milhares de pessoas  desvinculadas de trabalhos como os garimpeiros, se destacaram em seus pronunciamentos; o Secretario da SEMMA acuado extravasou  seu sentimento de revolta contra o Palanque Politico armado, e o povo...  ah o povo, ficou calado, sem voz, está voltando para seus locais de origem incrédulos com os “HOMENS”, seus iguais, pensando na certeza de que Deus é garimpeiro e proverá melhores dias. Tadinhos...!

sexta-feira, 10 de maio de 2013

O MARANHÊS NOSSO DE CADA DIA



PF PRENDE E CAÇA QUADRILHA

Uma operação da Polícia Federal que investiga fraudes em licitações públicas cumpre na manhã desta sexta-feira (10) ao menos 34 mandados de busca e apreensão e 15 de prisão. Dentre os presos estão servidores do governo do Estado, o secretário de Obras da Prefeitura de Rio Branco, além de empreiteiros.

Já foram presos o secretário de Obras da prefeitura, Wolvernar Camargo, o diretor de análises clínicas da Secretaria Estadual de Saúde e sobrinho do governador Tião Viana, Thiago Paiva, o ex-secretário de Habitação do Estado Aurélio Cruz, o diretor do Departamento de Pavimentação e Saneamento (Depasa), Gildo César, o empreiteiro e ex-presidente da Federação da Indútria do Acre (Fieac) João Francisco Salomão e os empreiteiros Sérgio Murata, Narcísio Mendes Júnior e Adriano Silva.

De acordo com informações da Polícia Federal, sete construtoras estavam sendo investigadas desde 2011 suspeitas de atuar em conjunto para fraudar licitações em obras públicas do Estado.

Segundo a PF, as empresas atuavam da seguinte forma: elas simulavam concorrer entre si, com a finalidade de garantir que uma deles vencesse o processo. Os concorrentes que se recusassem a fazer parte do esquema eram eliminados pelo grupo ainda na primeira fase, a de habilitação.

Os envolvidos na organização criminosa devem responder pelos crimes de cartel, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva, fraude em licitação, formação de quadrilha e desvio de recursos públicos.

A operação é realizada nos municípios de Tarauacá e Rio Branco e conta com o apoio de 150 agentes federais. (G1)
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Título RP