RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Belo Monte, o outro lado da História...

Por: Roberto Strapasson (*)
Sou de Jacareacanga, município próximo da famigerada Hidrelétrica de Belo Monte, empreendimento que tem sido atacado com veemência pelos ambientalistas, mas que infelizmente o fazem sem o devido embasamento técnico e o que é pior, o fazem à margem da verdade, criando um verdadeiro “monstro” e confundindo a opinião pública.
Roberto (Beto) Strapasson
Para demonstrar o quanto a preservação ambiental tem sido prioridade na Amazônia, cito o exemplo do meu município que tem hoje quase 99% da área protegida por Unidades de Conservação, Terras Indígenas e demais áreas protegidas por lei e, no entanto, é o município com o menor PIB per capita do país(IBGE2008). Trazendo a tona uma questão muito séria: Todo mundo quer preservação, mas ninguém quer pagar a conta. Conta essa que nós já estamos pagando com a pobreza, por um protecionismo absurdo imposto à Amazônia, e o que é mais triste, por outros países e interesses escusos.
Quando partimos para o nível regional, a realidade não é diferente. Vivo a pouco tempo na região, mas tempo suficiente para ter acompanhado de perto a criação do Plano BR 163 Sustentável, ao qual a região de Belo Monte faz parte, e onde já foram criados, somente nos últimos anos, mais de 16 milhões de hectares de Unidades de Conservação, seja de uso sustentável ou proteção integral(anexo mapa da região mostrando o mosaico de UCs), que juntas com terras militares, Terras Indígenas(33 terras Indígenas) e Quilombolas, totalizam mais de 49 milhões de hectares de áreas protegidas(fonte:Plano BR 163 Sustentável).
É algo inédito e tão grandioso, que representa duas vezes o tamanho do Estado de São Paulo ou mais de 22 vezes o estado do Sergipe. Isso é respeito ao meio ambiente, é respeito aos povos Indígenas e às populações tradicionais.
Agora é hora de avançar e resolver os problemas sociais e de infraestrutura da Amazônia, dentre os quais a energia faz parte. Temos um potencial hidrelétrico imenso que, de forma racional, deve ser usado em benefício do país e da própria Amazônia. Assim como em qualquer outra parte do Brasil, também necessitamos de estradas, de energia, de portos e aeroportos, mas querem nos tirar o direito de fazer parte de uma nação em desenvolvimento, e nos aprisionar na cela do abandono como se desta nação não fizéssemos parte. É lamentável que pessoas mal informadas e na maioria das vezes mal intencionadas tentem manter a Amazônia aprisionada no passado, tentando confundir preservação ambiental com protecionismo e desenvolvimento sustentável com miséria.
As alegações de que o projeto é ambientalmente inviável caem por terra diante dos fatos. E para ficar mais claro, enquanto a média nacional de alagamento por MW instalado é de 0.49 km², a previsão da usina em questão é de alagar apenas 0.04 km² por MW instalado. Mesmo quando consideramos apenas a geração média de energia que deve ficar próximo de 4.500MW ainda assim a área alagada é de 1.1km² por MW médio gerado, o que fica muito, mas muito aquém da média nacional. Outro ponto a ser destacado e que poucas pessoas conhecem é que dos 502,8km² propalados como área de alagamento da Usina, 228km² ou 44%, correspondem ao próprio leito original do rio.
Os Brasileiros precisam ficar sabendo da VERDADE sobre a Amazônia enquanto ela ainda é nossa, ou será que esse tempo já se foi?


Anexo I: A “colcha de retalhos” de UCs e Terras Indígenas.
 _________
(*)
Cursa Filosofia
Conselheiro da Flona Amana
Vice Presidente Aprojap (Associção dos Produtores)
Presidente Conselho de desenvolvimento Rural
Secretário Municial de Agricultura e Mineração
Coordenador do Comitê Pró-Criação do Estado do Tapajós
 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

ANDRÉ RAMOS ASSUME FUNAI INTERINAMENTE

Itaituba - O  indigenista André Ramos, que atua em Brasilia na Educação  Indigena, deverá substituir o Coordenador Regional da Funai Ademir Kabá demissionário à pedido dos proprios parentes indigenas, por total ausencia de identificação com o cargo que assumira indicado por indigenas Munduruku.

Segundo informações repassadas, André Ramos exercerá o cargo em carater de interenidade, com a finalidade de preparar a Coordenação  para ser dirigida por um funcionario de carreira de preferencia um de uma dezena de concursados à disposição da Coordenação que se encontram em estagio probatório.

Grandes temas para discussão entre os indigenas atendidos pela Funai de Itaituba, como a Criação do Estado do Tapajós, saude indigena, Complexo hidreletricos em areas de influencia das terras Indigenas Sai Cinza e Munduruku  deixaram de ser discutidos entre os indigenas por ineficiencia dos trabalhos indigenista da Funai comandado por Ademir Kabá.

Causa preocupação ao corpo funcional da Funai, a provavel volta da pedagoga Terezinha Vieira recentemente demitida os quadros da Funai. Terezinha Vieira é alma gêmea de André, que mesmo conhecendo o desapego ao trabalho indigenista da ex-servidora patrocinou sua nomeação, e deverá abonar novo vinculo com a Funai de Itaituba. Pobres Munduruku!

MAIS UM AMORDAÇADO POR JATREME

HELENILSON PONTES NEGA O TAPAJÓS EM MARABÁ E SE IRRITOU QUANDO FOI QUESTIONADO DE SUA POSIÇÃO SOBRE OS NOVOS ESTADOS
PARÁ: VICE-GOVERNADOR EVITA FALAR SOBRE TAPAJÓS E CARAJÁS
O vice-governador do Pará, Helenilson Pontes, esteve presente na abertura do I Simpósio do Polo Metal-mecânico de Marabá (SIMPOMEC) na manhã desta segunda-feira, 28. Antes de falar, a deputada Bernadete ten Caten (PT) sugeriu para que ele declarasse em público sua posição sobre a criação dos estados do Carajás e Tapajós, uma vez que o governador Simão Jatene já o havia feito. O pedido de Bernadete foi recebido com palmas pela platéia, mas parece não ter agradado o vice-governador que se mostrou irritado com o pedido da deputada.
Ao lhe ser concedida a palavra, Helenilson Pontes não falou uma vez as palavras Carajás e Tapajós. Ao invés disso, falou o nome “Pará” por mais de 20 vezes em apenas nove minutos de discurso. Vamos guardar nossas energias para brigar pelo processo de desenvolvimento do Estado. Era isso que deveria nos unir. Nosso adversário é a pobreza do nosso povo. O PIB do Pará precisa sair da mão de alguns e passar para as mãos de todos”, disse.
Minutos depois, durante entrevista coletiva, o vice-governador foi mais uma vez inquirido a posicionar-se em torno do assunto, porém, fugiu mais uma vez, dizendo que não divulgaria sua posição sobre o assunto. “Só vou revelar meu pensamento sobre a divisão do Pará no dia 11 de dezembro, na urna”.


DAVI Vs. GOLIAS

Se Deus se metesse em politica, Ele faria com com que vencessemos o Gigante chamado Belém com todos os seus guerreiros constituidos de politicos viciados, empreendimentos midiáticos como O Liberal os artistas como a Fafá de Belem que formam imensa massa de manobra contra o Tapajós, que só vem a Santarém no Sairé para levar parte da grana dos moradores do Tapajós; e diz que ama esta região...

Se Deus se metesse em politica, não iria permitir que fossemos sempre abandonados;

Se Deus se metesse em politica Ele ajudaria a termos desenvolviento em nossa região tornando mais faceis nossas vidas;

Se Deus se metesse em politica, nossa vitoria seria mais facil, ja que é justa;

Se Deus se metesse em politica, Ele criaria em todos os corações dos Belenenses a certeza que o qiue buscamos é razão primordial para termos uma vida mais digna;

Se Deus se metesse em politica, Ele repreenderia com vigor, os dissimulados que mais uma vez nos abandonam e criam condiç~poes para tal.

A SÍNDROME DO COBERTOR CURTO

Divisão do Pará

A razão pela qual as regiões de Tapajós e de Carajás estão abandonadas é a mesma pela qual fica difícil a separação.

Os eleitores do Pará remanescente são o dobro dos eleitores das duas outras regiões, isso explica tudo.

A ironia é que quando o número de eleitores se equiparar, não vai dar mais tempo de reparar o estrago e a divisão será feita.

Por outro lado, como o Pará é o segundo Estado mais pobre da união, se o governo investir mais (do que sobrar após a corrupção ter retirado o seu quinhão), em Tapajós e Carajás, vai perder apoio e votos no Pará remanescente.

É a síndrome do cobertor curto, já que os governos não querem reduzir a corrupção, para cobrir uma parte, tem que descobrir a outra (ou as outras).

SOMENTE A EMANCIPAÇÃO TRARÁ DESENVOLVIMENTO.

Carajás e Tapajós

Dividido em três, o Pará será mais rico e mais cobrado pela população
Artigo: Leonardo Attuch /
Colunista da ISTOÉ
Nas mãos dos eleitores do Pará, no domingo 11, o Brasil tem uma chance histórica para dar dois passos à frente. Cerca de 4,6 milhões de paraenses irão às urnas para votar no plebiscito que pode dividir sua atual área territorial em três, criando dentro dela os Estados de Carajás e Tapajós. À primeira vista, de pronto se enxerga mais políticos (dois governadores, seis senadores, dezenas de deputados federais e estaduais) e novas estruturas de poder (sedes governamentais, assembleias legislativas, etc.). Uma antevisão, infelizmente, forte o suficiente para embotar a razão, mas que precisa ser ultrapassada. Esses dois novos Estados, se aprovados, terão extrema importância para a economia não só do Pará, mas de todo o Brasil.

Tome-se, em benefício da análise, as mais recentes criações de Estados no Brasil. É consensual, hoje, que o corte do antigo Mato Grosso em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, efetuado em 1977, foi um acerto de duração permanente, mesmo tendo ocorrido em plena ditadura militar. A divisão daquela imensa área levou para municípios e populações antes desassistidas novos serviços públicos. Estes, por sua vez, aceleraram o desenvolvimento econômico e social regional, consolidando atualmente Mato Grosso do Sul como um dos maiores produtores de alimentos do País. Não houve, como contrapartida, qualquer esvaziamento da riqueza inerente a Mato Grosso. Mais recentemente, em 1988, nasceu, de um vértice de Goiás, o Estado do Tocantins. Imediatamente após sua criação, a nova capital, Palmas, tornou-se um grande polo de atração de indústrias e serviços.

Onde hoje há apenas o gigantesco Pará, com seu 1,24 milhão de km² (equivalente a quatro Itálias!) de conflitos sociais e péssimos indicadores de ­desenvolvimento humano, amanhã o quadro tem tudo para ser outro – caso os eleitores locais superem a desinformação inicial e abram passagem para o crescimento. Vítima do desmatamento, por meio do qual o banditismo impera e se produz um noticiário repleto de crimes políticos e chacinas, sabe-se, há muito, que a atual estrutura de governo do Pará é insuficiente para elucidar todas as suas complexas equações. Os fracassos administrativos se acumulam, governo após governo, à esquerda ou à direita. A verdade é que há, naqueles limites, um Estado cujo tamanho equivale ao de vários países europeus, mas apenas um único e singular governo.

Ao mesmo tempo, Carajás e Tapajós nasceriam sobre terras férteis para a agricultura, ricas para a mineração e amplas o suficiente para que nelas conviva o gado. Administrações mais próximas da população local seriam mais cobradas, melhor fiscalizadas e teriam, dessa forma, renovadas condições para preencher o atual vácuo administrativo.

O Brasil, cujo tamanho territorial é comparável ao dos Estados Unidos (8,5 milhões de km² contra 9,6 milhões de km²), chegou a um PIB de US$ 2,19 trilhões em 2010. O irmão do Norte, mesmo combalido, atingiu US$ 14,7 trilhões – mais de seis vezes maior. Aqui, são 27 Estados. Lá, 50. A relação entre produção de riquezas, território e organização administrativa, goste-se ou não, é direta.

EMANCIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO

sábado, 26 de novembro de 2011

FRASE

"O povo do NÃO diz que seremos um Estado pobre, aceitamos tal condição. O que não podemos mais aceitar é sermos miseráveis... Vote 77 - SIM"  - Dayan Serique, Educador

AS MÁSCARAS IRÃO CAIR BREVE

Postado em varios blogs a declaração do empresário, nascido  em Belém
 Olavo das Neves que comenta o post “Sim” 30%; “não” 61% no Datafolha:
Meus amigos, não se deixem influenciar por esta última pesquisa não, pois NÃO REFLETE A REALIDADE. Estou em Belém semanalmente e como todos sabem minha família é toda de Belém e Marapanim. O avanço do SIM é claramente percebido. Basta ver que não há uma só pessoa que conheço, ou que meus amigos de Belém conheçam, que tenha mudado do SIM para o NÃO… repito NENHUMA. Mas ao contrário do NÃO para o SIM cito MUUUUITAS…
Vamos continuar fazendo nosso bonito trabalho de levar a VERDADE para os irmãos belenenses, pois se é bom para todos, não podemos ser contra… muito breve as máscaras vão cair! AGORA MAIS FIRME QUE NUNCA NO SIM!!!!! SIM SIM SIM!!!! E DEUS CONOSCO!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

SÍNDROME DA BAITOLAGEM ADQUIRIDA

Essa pérola foi encaminhada pelo humanóide amigo Norton Sussuarana (Dá-lhe Paloma!)
ARH - ASSOCIAÇÃO DE RECUPERAÇÃO DE HOMOSSEXUAIS
Há dez anos recuperando o homem que pode existir em você.

Prezado Amigo,

A ARH é uma associação de recuperação de homossexuais, de âmbito internacional, com sede na cidade de San Francisco - EUA, com filiais em Campinas/SP, Santos Dumont/MG, Codó/MA, Oliveira/MG, Ijuina/MT, Pelotas/RS e Valença/RS.
E por que escrevemos para você?

É simples: Mantemos uma equipe ativa que recebe informações sigilosas de amigos de homossexuais do mundo inteiro, e seu nome chegou em nosso cadastro.

Baseados em declarações de seus amigos "Íntimos", visualizamos em você o homossexual do tipo BLOPAR ( Bicha Louca Padrão Ainda Recuperável ), o que nos dá segurança em afirmar que atingiremos sua quase total recuperação.

Como mostra de nossa seriedade, comunicamos que já estão sob nossos cuidados e em terapia os senhores Zeca Camargo, Rafael Greca, Vitor Fasano, o atleta Richarlison (do seu time futebolisco), Júnior (da ex-dupla Sandy & Júnior), Diego Hypólito entre outros que estão conseguindo considerável progresso apesar de classificados na categoria II (Irremediavelmente Irrecuperáveis).

Contamos com sua força de vontade e compreensão.

Aconselhamos, como medidas preparatórias, observarem as seguintes regras:
1 - Urine sempre de pé;
2 - Abstenha-se de dormir com pessoas do sexo masculino;
3 - Procure mudar seu modo de andar, sentar, cruzar as pernas, trejeitos e sua maneira de falar;
4 - Procure olhar para mulheres, isso é importante, mas nunca as imite;
5 - Mantenha sempre na mente a frase: "XOXOTA NÃO MORDE";
6 - Não introduza nada em seu orificio anal durante o ato sexual.
7- Evite locais como a cidade de Campinas e adjacências
Aguarde nossas próximas correspondências e torne-se um homem. Muito em breve você receberá nossa carteirinha de "Viado em Recuperação"

Atenciosamente,

JACINTO DORES AQUINO REGO
Diretor Regional da ARH

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Título e imagem RP



LITIGIO MT PA - LAUDO APONTA QUE ÁREA É DO PARÁ

Por:Por: Sidnei Rocha
25 de novembro às 08:11
O laudo do Serviço Geográfico do Exército Brasileiro concluiu que uma área de 3 milhões de hectares, localizada na divisa entre os Estados do Pará e Mato Grosso, pertence mesmo ao território paraense. A área é requisitada pelo Mato Grosso desde 2005, mediante Ação Civil Ordinária, protocolada no Supremo Tribunal Federal em abril de 2004.

Nesta semana, o ministro Marco Aurélio Mello, relator do texto no STF, enviou ofício à Procuradoria Geral do Estado (PGE), informando sobre o assunto e estabelecendo prazo para o Estado se manifestar, se assim julgar necessário. Caso não haja contestação, a ação irá à instrução final e aguardará pauta de julgamento no Supremo. Segundo o procurador geral do Estado, Caio de Azevedo Trindade, é possível que a matéria seja julgada no primeiro trimestre de 2012. “O importante é que o laudo está favorável ao Estado do Pará”, ressaltou.

O documento do Exército já foi anexado ao processo no STF. A expectativa do procurador geral do Pará é pelo encerramento do processo, uma vez que o Estado do Mato Grosso não apresentou argumentos legais no questionamento da área. Para construir a tese de defesa do Estado na Ação, a PGE reuniu os procuradores Antônio Sabóia de Melo Neto, Ibraim José das Mercês Rocha e José Aloysio Cavalcante, além do historiador Geraldo Mártires Coelho e do geógrafo da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Vicente Pedrosa.
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Remendo RP
Entenda mais a questão

Mato Grosso briga por terra na divisa com Pará
A “Terra de Ninguém”, região localizada entre as fronteiras do Pará e do Mato Grosso, pode ter seu destino resolvido nos próximos 120 dias. A região de litígio entre os dois estados, num total de 2,2 milhões de hectares, vai ser reestudada pelo Serviço Geográfico do Exército, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Um erro histórico que envolve a demarcação de uma área cortada pela BR-163, vem sendo motivo de disputa entre os dois estados. A área está situada em plena floresta amazônica entre Guarantã (MT) e Novo Progresso (PA) mas, devido a um erro cartográfico em sua demarcação, ninguém sabe oficialmente a que Estado pertence.

O conflito entre os dois estados começou após a elaboração da primeira Convenção Internacional de Cartas Geográficas, em 1922. Na época o Clube de Engenharia do Rio de Janeiro adotou o nome de Cachoeira das Sete Quedas para uma região anteriormente denominada de Salto das Sete Quedas, o que teria alterado o ponto da fronteira entre Pará e Mato Grosso.

Este é o principal argumento da Ação Civil Ordinária nº 714/2004, impetrada pelo Governo do Mato Grosso contra o Governo do Pará. Segundo a Ação, a fronteira teria sido definida em 1900 por uma Convenção entre os estados e o Governo Federal, tomando como base o trabalho desenvolvido pelo Marechal Cândido Rondon. Na época Rondon delimitou como ponto de divisão territorial a margem esquerda do Rio Araguaia, extremo da Ilha do Bananal e Salto das Sete Quedas, no Rio Teles Pires.

Perderiam uma grande área territorial os municípios de Jacareacanga, Novo Progresso, Altamira, São Félix do Xingu, Camaru do Norte e Santana do Araguaia, este último perderia quase toda sua área territorial. A área em litígio equivale ao tamanho de um estado como o Sergipe, por exemplo.

Ainda segundo a Ação, ajuizada com pedido de liminar pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, o IBGE - à época Clube de Engenharia do Rio de Janeiro – ao considerar como ponto inicial do extremo oeste a denominada Cachoeira das Sete Quedas, e não o Salto das Sete Quedas, contrariou toda a legislação atinente à matéria vigente, daí resultando a incorporação indevida, pelo estado do Pará, de parte do território do estado do Mato Grosso.

Na mesma Ação, o ministro relator anterior havia determinado que a perícia ficasse a cargo do IBGE, mas o Mato Grosso considera que a atuação do IBGE não é imparcial em razão de suposto equívoco cometido, em 1922, pela equipe do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro. (Diário do Pará)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Marinha do Brasil forma 37 aquaviários em Jacareacanga

Jacareacanga - A Marinha do Brasil/Capitânia dos Portos de Santarém formou no município de Jacareacanga na noite de sexta-feira (18), 37 aquaviários. A solenidade aconteceu no Sygnus Clube e contou com a presença do prefeito Raulien Queiroz, vereadores, secretários municipais e de uma grande numero de populares. O curso teórico que durou 5 dias trouxe conhecimento e uma formação teórica, qualificando pilotos de embarcação de pequeno porte.

Vários assuntos foram abordados durante o curso, entre eles salvatagem ministrado pelo Capitão de Corveta Paulo Antonio Carlos, Capitão dos Portos/Delegacia Fluvial de Santarém; manuseios de cabos e nós, operação com motor a diesel e combate a incêndio, ministrado pelo suboficial Enoquio; e navegação em águas internas, ministrado pelo sargento Gilberto.

O município de Jacareacanga possui grande parte de seu território banhada por rios e igarapés. O acesso às mais 120 comunidades indígenas e não indígenas só é possível por via fluvial. A atuação de piloteiros com grande conhecimento de canais e experiência em navegação nas águas da região, não impediu que a maioria dos inscritos no curso fosse antigos pilotos que atuam em Jacareacanga.

Entre os 37 aquaviários, o povo Munduruku se fez presente com 18 inscritos, entre eles pilotos da Funasa, Funai e da Prefeitura de Jacareacanga. Mas o destaque da turma foi para o indígena Julião Karo, 55 anos, que alcançou nota 8 na avaliação final.

José da Silva Cavalcante - o Zeca, piloto de embarcação há mais de 30 anos e um dos aquaviários recém formados, disse que o curso veio enriquecer o seu conhecimento. “Além de sermos credenciados pela Marinha do Brasil, temos a sensibilização de garantir a segurança de nossa tripulação e de nossos passageiros em uma viagem fluvial”, argumenta Zeca.

Já o Capitão de Corveta Paulo Antonio Carlos, disse que a Marinha do Brasil tem a preocupação de qualificar os pilotos de embarcação da região para garantir mais segurança na navegação nos rios da Amazônia. “É um curso teórico aberto a qualquer pessoa que navegue ou tenha interesse na navegação marítima. Hoje formamos 37 aquaviários que certamente exercerão seus ofícios com responsabilidade”, comentou.

Para o prefeito Raulien Queiroz a política de seu governo é buscar a qualificação profissional em todas as áreas. “Quando fomos procurados para firmarmos parcerias que possibilitasse a execução desse curso, imediatamente abracei a idéia. Nada mais justo do que profissionalizarmos nossos pilotos fluviais, ainda mais pela maior autoridade marítima de nosso País: a Marinha do Brasil. Jacareacanga está de parabéns pois agora tem 37 aquaviários devidamente credenciados”, comemorou o prefeito.

Texto: Nonato Silva
Foto: Doka

Pará “fabrica” índios para ter reservas


MICHELINE FERREIRA
Da Redação

O pesquisador ambiental Inácio Régis, pós-graduando em Mudanças Climáticas pela Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro, afirma: o Pará é detentor de uma população indígena falsa, estimada em mil pessoas, que vivem no alto rio Arapiuns, em Santarém, mais precisamente na Gleba Nova Olinda, hoje conhecida área de conflito agrário.

Esses índios fabricados, segundo ele com o objetivo de apropriação de imensas áreas na região do Baixo-Amazonas, não têm nada no DNA que confirme qualquer parentesco com as etnias a que dizem pertencer, notadamente a da tribo Borari.

Em várias viagens que fez à região, para fins de pesquisa sobre a questão indígena, ele chegou à conclusão de que o que existe mesmo no local é uma grande farsa, que deve ser ratificada a qualquer momento pela própria Fundação Nacional do Índio (Fun
É que os ditos índios aguardam desde o início do ano o veredicto que deve confirmar se a Gleba Nova Olinda será ou não terra indígena. O administrador regional do órgão em Itaituba, JAIME SANTOS  disse que a Funai fez um estudo na região e está considerando os indígenas de Santarém como 'povos ressurgidos'.

Sem saber explicar o que a expressão 'povos ressurgidos' significa, Jaime Santos admitiu que a gleba, atualmente, é o maior problema administrado pelo órgão. Há uma semana, os moradores da área bloquearam a passagem de três balsas no rio e não aceitaram negociar com representantes do governo do Estado. 'Eles não liberaram as balsas porque alegam que se trata de terra indígena e só quem pode negociar em terra indígea é o Governo Federal', disse.

Mesmo retendo a navegação de três balsas, Jaime diz que o movimento é pacífico. 'Isso envolve vários interesses. Não conheço a origem do movimento. O que posso dizer é que essas terras passaram por um estudo da Funai, mas ainda falta a decisão final, que deveria ter saído no início do ano', reforçou.

Segundo o administrador da Funai na região do Baixo-Amazonas, existem no Alto Arapiuns mais de mil índios da tribo Borari. No município de Santarém inteiro são 39 aldeias indígenas de 10 etnias, totalizando 10 mil pessoas. O pesquisador ataca. Para ele, movimentos sociais e o Greenpeace são responsáveis pela criação dos 'novos' índios. O administrador da Funai concorda com a atuação da ONG. 'O índio, em si, se a gente olha pela característica, já é um fator de preservação ambiental', justificou.

Genealogia As comunidades de Novo Lugar, Cachoeira do Maró e São José III, formada por ribeirinhos da região do rio Arapiuns afirmam que são descendentes dos índios Borari. A descoberta da genealogia aconteceu há menos de cinco anos.

Essas três comunidades são lideradas por Odair José Sousa Alves, mais conhecido como cacique Odair Borari. Ele assumiu a nova identidade depois que antropólogos da Funai, o frei Florêncio Vaz, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém (STTR) e integrantes do Greenpeace apareceram na região.

A bandeira dessas comunidades é regularizar a Gleba Nova Olinda como terra indígena. Para o pesquisador Inácio Régis, o grupo vai, na verdade, abocanhar uma área de terra maior do que muitos municípios brasileiros, e que pertence ao governo do Estado. Há uma ordem expressa para não se tocar nas terras até que sejam demarcadas pela Funai.

No trabalho de pesquisa de Inácio Régis, o relato de antigos moradores da região, como os irmãos Saturnina e Graciano Martinho, bisnetos dos primeiros habitantes da Gleba Nova Olinda, dizem que a colonização no local ocorreu através de pessoas de origens diversas. Ajudaram a constituir a área paraenses, cearenses, maranhenses, rio-grandenses e até paraguaios e colombianos.

Inácio atesta que Odair Borari não é, nunca foi e nem tem chances ainda que remotas de se tornar índio. 'A não ser por um processo de mutação genética induzida', ironiza.

Líder convence branco a ser declarar índio
Basílio Matos dos Santos, tio que desempenhou a função de pai de Odair Borari, diz que o 'cacique' não passa de um farsante. 'Eu sou tio do Odair, eu ajudei a criar esse menino desde que o pai dele morreu. O bisavô dele era rio-grandense, meu pai, avô de Odair, morava em Belém, nós nunca tivemos índio na família. Aqui no Maró, a gente se conhece uns aos outros e nunca teve índio nessa gleba, como concordar com uma mentira dessas?', afirmou ele, no trabalho do pesquisador.

Odair, na verdade, é filho de Albino e dona Edite, moradores da comunidade Novo Lugar. Ele passou a realizar reuniões nas comunidades da 'Nova Olinda' para tentar convencer os moradores a se declararem índios e requererem toda área como terra indígena. Das 14 comunidades que habitam a gleba, apenas três se declararam indígenas, perfazendo 46 famílias.

Seu Basílico reclama que os ditos índios estão impedindo o que o desenvolvimento chegue às outras comunidades. 'Por onde vamos tirar nossa produção se no verão tem uma cachoeira que não passa barco? Por onde vai chegar a energia Luz Para Todos? Pelo ar? O Odair eu ajudei a criar e, agora, esse moleque vem dizer que é cacique de índios que nunca existiu em nossa região e, muito menos em nossa família', reclamou.

Basílio faz ainda outra revelação surpreendente. As ONGs é que ensinaram os ribeirinhos a se passarem por índios, com aprendizado completo sobre cultura indígena. 'Eles só se vestem e se pintam como índio quando vão falar com pessoas do governo, pra poder enganar', afirmou.

Jaime Santos, da Funai de Itaituba, declarou que já levou o caso ao conhecimento da Procuradoria Federal em Santarém. Segundo ele, 'o povo que está acampado na gleba Nova Olinda não é formado só por índio'. 'Tem representação do Sindicato Rural de Santarém. Eu pedi para os caciques envolvidos mandarem documento, o tempo que estão lá, a quantidade de pessoas, se são lideranças indígenas. Vou mandar isso para Brasília orientar', relatou. O coordenador regional da Funai afirma que esses povos são 'constantemente ameaçados', mas não revelou por quem.

O pesquisador montou a árvore genealógica de Odair Borari e descobriu que ele não tem nenhum parente indígena em seu passado. 'Conforme fartos relatos de antigos habitantes da Gleba, concedidos por escrito a mim, nem Odair, nem os membros que compõe as comunidades que, por indução, se autodeclararam índios, detém descendência étnica dos primitivos habitantes que habitaram a região', ressaltou. Na análise do pesquisador, quem está por trás da farsa é o Greenpeace, com o objetivo de engessar a área do entorno da BR-163.

fonte http://www.orm.com.br/projetos/oliberal
----Remendo RP
A presente materia reproduzida de O Liberal não deve ser recente ja que trata o Coordenador da Funai pelo nome de Jaime que é ex-servidor do órgão. Atualmente exerce a administração da Funai em Itaituba o indigena Munduruku  Ademir Kabá.

AR RAREFEITO PARA FUMANTES

24/11/2011 - 07h48
Senadores estendem a lei antifumo para todo o país
JOHANNA NUBLAT
MÁRCIO FALCÃO
DE BRASÍLIA

O Senado aprovou uma medida provisória que proíbe o fumo em ambientes fechados de acesso público em todo o país.

Até os fumódromos, áreas criadas especificamente para fumantes em bares, restaurantes, danceterias e empresas, ficam proibidos.

Hoje, leis semelhantes já vigoram em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.

A medida passará a valer a partir da sanção do texto pela presidente Dilma Rousseff. A proposta, porém, ainda depende de regulamentação para fixar valor de multa.

O projeto é semelhante ao aprovado pelo então governador José Serra (PSDB) em São Paulo. No Estado, o dono do estabelecimento onde ocorre a infração pode pagar multa de até R$ 1.745.

Mas a medida aprovada pelo Senado é ainda mais restritiva, porque bane até as tabacarias --locais onde é possível fumar desde que não haja comida e bebida.

A proposta, que começou a tramitar no Congresso em agosto deste ano, foi aprovada de maneira simbólica.

Outras alterações foram aprovadas no Senado. Uma delas é a que prevê que, a partir de 2016, os maços de cigarros também tragam mensagens de advertência sobre os riscos do produto à saúde em 30% da parte frontal (hoje existe só na parte de trás).

Pontos de venda de cigarro não poderão mais ter propaganda. Eles deverão apenas expor os produtos e suas advertências à saúde.

Essas restrições foram comemoradas pelo ministro Alexandre Padilha (Saúde). "Dados de outros países mostram que restringir o uso do cigarro em espaços coletivos e a propaganda no espaço de venda contribuem para reduzir o fumo", afirmou à Folha.

No Brasil, estima-se uma população fumante de 15% --em 1989 era de quase 35%.

Padilha, porém, criticou outro ponto da medida provisória, que libera a publicidade do cigarro em eventos.

ALTERAÇÕES
O projeto passou por várias alterações na tramitação. Na Câmara, o relator Renato Molling (PP-RS) era a favor do fim dos fumódromos, mas tentou abrir a possibilidade de que alguns locais (como restaurantes e boates) fossem totalmente livres para o fumo. Não teve sucesso.

"Nossa proposta era mais ampla, se protegia um pouco mais a produção e os fumantes", disse o deputado, que vem do principal Estado produtor de tabaco.
A Souza Cruz e Philips Morris, duas das maiores produtoras de cigarro do país, não quiseram comentar o caso.

domingo, 20 de novembro de 2011

Vasco vê probabilidades de título diminuírem, segundo sites

Confira o que dizem os sites especializados em estatísticas relacionadas a futebol sobre a probabilidade de título brasileiro do Vasco e dos outros clubes que estão nas primeiras posições na tabela. A comparação é entre a 35ª e a 36ª rodadas.
CHANCE DE GOL
http://chancedegol.uol.com.br/
Corinthians - 71,5% para 76,6%
Vasco - 25,1% para 18,4%
Fluminense - 3,0% para 5,1%
Demais clubes - 0%

INFOBOLA
http://www.infobola.com.br/
Corinthians - 75% para 79%
Vasco - 21% para 17%
Fluminense - 3% para 4%
Demais clubes - 0%

PROBABILIDADES NO FUTEBOL - UFMG
http://www.mat.ufmg.br/futebol
Corinthians - 74,0% para 81,5%
Vasco - 22,6% para 15,7%
Fluminense - 3,1% para 2,8%
Demais clubes - 0%
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Fonte http://www.supervasco.com/noticias

sábado, 19 de novembro de 2011

VASCO COLOCA FORA DE COMBATE FLA E BOTA

Vitória vascaína acabou com o sonho de título de dois rivais

A vitória do Vasco de 2 a 0 sobre o Avaí neste sábado tirou as chances de título dos rivais Flamengo e Botafogo neste Campeonato Brasileiro. Com nove pontos de vantagem para os rubro-negros e dez para os alvinegros, os vascaínos dormem na liderança e não podem mais ser ultrapassados. Mesmo que o Fla vença os últimos três jogos e o Vasco perca os dois que restam a ele, ambos empatariam em pontos, mas os vascaínos, ainda assim, teriam mais vitórias.

Na rodada passada, o São Paulo também já havia deixado a briga pela taça. Agora, além do Vasco, outras três equipes ainda têm chances matemáticas de dar a volta olímpica: Corinthians, Fluminense e Figueirense.

O Corinthians enfrenta o Atlético-MG neste domingo e só não volta para a liderança se for derrotado no Pacaembu. Um empate bastaria para recuperar a ponta, em função do maior número de vitórias. Fluminense e Figueirense se enfrentam, no Orlando Scarpelli. Ambos ainda têm chances de título, mas se o Corinthians vencer neste domingo, o Figueira sai da briga mesmo que conquiste os três pontos.

"ELES NÃO CONHECEM NOSSAS VIDAS II"

Jorge Umberto deixou um  comentário sobre a sua postagem "ELES NÃO CONHECEM NOSSAS VIDAS":

Como dizia Confucius, na velha China, uma imagem vale por mil palavras, estas imagens ai inseridas de forma muito objetiva e inteligente, valem milhoes de palavras, e certamente trarão muitos votos pelo SIM AO TAPAJOS, parabens pela objetividade e mensagem clara.
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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

ELES NÃO CONHECEM NOSSAS VIDAS

Ja estamos acostumados...  deste lado do Brasil e do Pará, quando não morremos de malária, hepatite, acidentes nas estradas intrafegáveis, bala na luta pela terra, morremos velhinhos la pelos quarenta... para que mesmo dividir se ja estamos acostumados com a falta de desenvolvimento?, com o sofrimento?





POBREZA
 
 
 
 
 
 
 
 
DESEMPREGO
 
 
 
 
 
 
SAÚDE
 







EDUCAÇÃO

 
RODOVIAS
 
 
 
 
 
 
 
DESESPERO
NÃO SUFOQUEM NOSSOS SONHOS!!!
vamos votar  SIM!

AULA DE MATEMÁTICA

Recebi essa pérola que circula na Rede Mundial de Computadores de meu querido irmão Anápio que de muito distante (RS) mostra sua indignação com o trato aos educadores. Talvez  não saiba que as coisas por aqui decorrem com maior gravidade que aí pelos pampas...

Hoje vou brincar de professor de matemática. Vou passar alguns problemas para você resolver.

Problema nº1
Um professor trabalha 5 horas diárias, 5 salas com 40 alunos cada. Quantos alunos ele atenderá por dia?
Resposta: 200 alunos/dia.

Se considerarmos 22 dias úteis, quantos alunos ele atenderá por mês?
Resposta: 4.400 alunos por mês.

Consideremos que nenhum aluno faltou (hahaha) e que cada um deles resolveu pagar ao professor com o dinheiro da pipoca do lanche: 0,80 centavos, diárias. Quanto é a fatura do professor por dia?
Resposta: R$ 160,00 diários

Se considerarmos 22 dias úteis, quanto é faturamento mensal do mesmo professor?
Resposta: Final do mês ele terá a faturado R$ 3 520,00.

Problema nº2
O piso salarial é 1.187 reais, para o professor atender 4.400 alunos mensais. Quanto o professor fatura por cada atendimento?
Resposta: aproximadamente 0,27 mensais (vixe, valemos menos que o pacote de pipoca)... continuando os exercícios...

Problema nº3
Um professor de padrão de vida simples, solteiro e numa cidade do interior, em atividade, tem as seguintes despesas mensais fixas e variáveis:
Sindicato: R$12,00
Aluguel: R$ 350,00 ( pra não viver confortável)
Agua/energia elétrica: R$ 100,00 (usando o mínimo)
Acesso à internet: R$ 60,00
Telefone: R$ 30,00 (com restrições de ligações)
Instituto de previdência: R$ 150,00
Cesta básica: R$ 500,00
Transporte: sem dinheiro
Roupas: promocionais

Quanto um professor gasta em um mês?
Total das despesas: R$ 1.202,00
Qual o saldo mensal de um professor?
 Saldo mensal: R$ 1.187,00 - 1.202 = -15 reais, passando necessidades

Agora, eu te pergunto:
- Que dinheiro o professor terá para seu fim de semana?
- Quanto o professor poderá gastar com estudos, livros, revistas etc.
- Quanto vale o trabalho de um professor??
- Isso é bom para o aluno???
- Isso é bom para a educação pública do Brasil??

Agora, olhe a pérola que o Sr. Governador do RS disse e que poderia ser atribuida a todos os governadores que o Pará ja teve ou que terá.
"Quem quiser dar aula faça isso por gosto, e não pelo salário. Se quiser ganhar melhor, peça demissão e vá para o ensino privado"

SE VOCÊ ACHA QUE NOSSO GOVERNADOR DEVE ABRIR MÃO DE SEU SALÁRIO E GOVERNAR POR AMOR, DIVULGUE ESSA IDEIA, ou nõ seria melhor, mais facil, DIVIDIR O PARÁ?






NÃO DÁ PRA AGUENTAR, TEMOS QUE MUDAR!!!


Postagem no Blog do confrade SEBASTIÃO DANTAS destaca a inoperancia de um Governador para resolver um problema que poderia ser equacionado com a divisão do estado.
Desrespeito: governo não paga piso para professores e contrata temporários

O governador do Pará, Simão Jatene, a exemplo da ex-governadora Ana Julia alega que não tem dinheiro para pagar o Piso Salarial Nacional para os professores, mas tem dinheiro para contratar mais de 100 professores temporários para substituir os professores em greve.

Não importa quem esteja à frente do governo, seja uma ou outra, a prática é a mesma: desrespeitar os professores efetivos e concursados e contratar temporários.

----Remendo RP
O maior problema para nossa região, não é somente a educação, pois o desenvolvimento é atravancado pela dimensão territorial. É imperioso, a divisão, não somos esquartejadores como falam os porraloucas que comandam o NÃO, que esses desalmados venham para nossa região e tentem viver um dia como vivemos distantes da plenitude do estado democratico de direito! 77 Neles se Deus quiser!

CÉSAR AGUIAR TEM CONTAS APROVADAS


Vereador César Aguiar
Itaituba - Em seu terceiro mandato parlamentar, Cesar Aguiar, voz firme e forte contra os desmandos do Poder Executivo, (que são tantos), que com desenvoltura defende o direito dos menos favorecidos; teve suas contas provenientes do ano de 2.004 enquanto atuou como gestor no Poder Legislativo aprovadas pelo TCM  conforme confirma o relatorio oferecido pela Conselheira do Tribunal  Rosa Hage.

Com certeza a aprovação inconteste das contas de César o credenciam e reforçam o fortalecimento de sua candidatura pelo PR rumo a Prefeitura Municipal de Itaituba.  

O vereador Cesar Aguiar lidera a oposição ao Governo Climaco, por conseguinte tem muito o que fazer, é só observar a situação economica e social do municipio, tendo forte apego aos bons costumes, constitui-se em um elo forte da luta em defesa da criação do Estado do Tapajós.

MEC vai suspender autorização para 50 mil vagas em cursos superiores

Camila Campanerut

Em Brasília O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou nesta quinta-feira (17) que 50 mil vagas em cursos superiores serão suspensas por apresentaram notas abaixo de 3, segundo o IGC (Índice Geral de Cursos) e o CPC (Conceito Preliminar de Curso), indicador que leva em conta a nota dos alunos no Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) e outros indicadores como infraestrutura e qualidade do corpo docente. O índice é elaborado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais).
O anúncio é um alerta às 683 instituições de ensino superior com notas entre 1 e 2, que não cumpriram os requisitos estipulados pelo Inep de perfil do corpo docente, infraestrutura da faculdade e do projeto político pedagógico. A escala vai de 1 a 5.
"Algumas [instituições] estão perdendo hoje a autonomia e não podem mais abrir cursos sem autorização prévia do MEC. Queremos que o sistema continue em expansão, mas com freio nos cursos ou instituições com problemas de qualidade", afirmou Haddad.
“A medida incide basicamente nos cursos da área da saúde e de contábeis e administração”, afirmou o secretário de regulação e supervisão do ensino superior, Luis Massonetto.

Foram avaliadas 2.176 universidades, faculdades e centros universitários.
IGC e CPC

O IGC (Índice Geral de Cursos) é um indicador utilizado pelo MEC com pontuação variável de 1 a 5, expresso em conceitos. Ele é o resultado da média ponderada do CPC (Conceito Preliminar de Curso), que avalia os cursos de graduação e obedece um ciclo de três anos, em combinação com o Enade, que mede o desempenho dos alunos.



terça-feira, 15 de novembro de 2011

C. R. FLAMENGO 116 ANOS

Parabens aos flamenguistas por tão significativa data
A maior torcida do Brasil, incluindo no rol de torcedores muitos árbitros, bandeiras, comentaristas, homens de malas pretas.
-Legal mesmo é ver o aniversariante caindo na tabela.

BOIS DE VALMIR DEVERÃO SER LEILOADOS PARA QUITAÇÃO DE DÍVIDAS TRABALHISTA

Reclamante RONALDO
Itaituba - Conforme denunciam alguns Blogs, o cerco se aperta contra o politico, criador, madeireiro, Valmir Climaco, que é cobrado na justiça, causa trabalhista, para satisfazer reclamação do ex-funcionario do Grupo Climaco de pré-nome Ronaldo, que no exercício de seu trabalho, em derrubada de arvores para o empreendimento madeirreiro do patrão, sem proteção, sofreu seríssimo acidente, deixando-o invalido já que ficou paraplégico, e ao tentar buscar apoio para sua recuperação encontrou no ex-patrão sempre além da distancia, o descaso à sua situação.

A meritíssima Juíza do Trabalho Dra. Camila Afonso de Nóvoa Cavalcante no uso de sua autoridade, prerrogativa, e embasada na cautela legal, oficiou à ADEPARÁ indagando sobre o quantitativo de bovinos de propriedade de Valmir e utilizando dessa informação (Valmir dispõe de pouco mais de 14 mil cabeças), deve determinar a penhora de algumas centenas para satisfazer a justa reclamação do ex-funcionário, leiloando tantos quantos sejam necessários os bois para pagar a divida que atinge quase dois milhões de reais.

Por outro turno, tramita na mesma Vara do Trabalho reclamação trabalhista também em desfavor de Valmir Climaco, movida por Emilio Carlos Piccardo que reclama direitos trabalhistas por dedicação e trabalho por duas décadas no empreendimento de comunicação televisivo do empresário e politico. Piccardo reclama direitos que alcançam quase meio milhão de reais. Uma cidade inteira conheceu a dedicação e zelo de Piccardo enquanto funcionário de Valmir pelo empreendimento do Empresario e Prefeito.

Dizer que Valmir é mau pagador soa como imprudência entretanto sempre se avolumaram na Justiça do Trabalho ações em seu desfavor.

Somado as reclamações de Ronaldo e Emilio, Valmir deverá dispor de seu rebanho declarado à ADEPARÁ de cerca de 2 mil bovinos para fazer prosperar a JUSTIÇA, somente dessa forma poderá se orgulhar em bradar –SOU UM BOM PAGADOR!

Estranho pelo que se apresenta é a performance de justiceiro que adota apor algumas vezes Valmir, já que ofereceu em um canal de televisão 5 mil reais, para quem denunciasse à policia ou oferecesse informações sobre dois meliantes que lhe roubaram R$ 700,00 Ou Valmir não está bom da bola, ou só se agaranti em português e é ruim de matemática, ou ainda, HÁ ALGO DE PODRE NO REINO DA DINAMARCA.

domingo, 13 de novembro de 2011

No Caldeirão ou no Engenhão, o bom é o Vascão! 2 a 0

A fórmula já é conhecida. E deu certo mais uma vez. Basta o técnico Ricardo Gomes entrar em cena para o Vasco ganhar motivação extra e garantir mais três pontos. Foi assim com o telefonema antes da vitória sobre o Atlético-MG, e as visistas à concentração nas vésperas das partidas contra Universitário-PER, pela Sul-Americana, e Botafogo. No clássico deste domingo, o clube de São Januário mostrou sua força novamente. A vitória por 2 a 0, com a marca do zagueiro Dedé mais uma vez, manteve a equipe do técnico interino Cristóvão Borges na vice-liderança do Campeonato Brasileiro, na cola do Corinthians.

A equipe paulista, que horas mais cedo derrotou o Atlético-PR, no Pacaembu, tem os mesmos 61 pontos do Vasco, mas lidera no número de vitórias (18 x 17). O resultado negativo, segundo seguido do Botafogo no Engenhão, fez a equipe do técnico Caio Junior estacionar nos 55 pontos e ainda cair para a quinta posição. A quarta derrota do Alvinegro, que não tinha perdido nenhum clássico no Brasileirão até o momento, nos últimos cinco jogos evidenciou ainda a queda de rendimento da equipe na reta final do Brasileirão.

As duas equipes voltam a campo na próxima quarta-feira. O Botafogo vai até Sete Lagoas para encarar o América-MG, às 20h30m (de Brasília). Logo depois, às 21h50m, o Vasco enfrenta o Palmeiras, no Pacaembu.

Contra-ataque, gol e displicência
Depois da visita do técnico Ricardo Gomes à concentração vascaína, na tarde do último sábado, Cristóvão surpreendeu na escalação. Com Juninho Pernambucano, Élton e Alecsandro no banco, o interino repetiu a fórmula que deu certo na vitória sobre o Bahia: meio-campo recheado de volantes e ataque rápido com Diego Souza e Éder Luis. Os primeiro minutos da partida, porém, deram a impressão de que a opção vascaína tinha sido equivocada. Com calma, passes rápidos e seu time titular completo, o Botafogo começou sufocando e teve duas boas chances para abrir o placar com Herrera e Elkeson antes mesmo dos 10 minutos.

Aos poucos, no entanto, o Vasco encaixou a marcação e começou a levar muito perigo nos contra-ataques. Logo no primeiro deles, Fellipe Bastos já balançou a rede alvinegra. Alan achou Éder Luis livre na direita. O atacante tinha Diego Souza e Rômulo como opções no meio da área, mas o passe saiu errado e encontrou Bastos na corrida. O chute saiu seco e rasteiro. Em impedimento, Diego Souza pulou e acabou atrapalhando a visão de Jefferson, mas o bandeirinha validou o lance.

O gol abateu o Botafogo. À beira do campo, Caio Junior tentava orientar seus jogadores em vão. Em outra bobeada, novo contra-ataque e quase o segundo gol do Vasco. Após tabelinha com Fágner, Diego Souza, livre na marca o pênalti, chutou por cima do gol. Errando muitos passes e insistindo nas jogadas aéreas para Loco Abreu, o Alvinegro esbarrava em mais uma atuação segura de Dedé e quase não assutava Fernando Prass.

Marcando a saída de bola do adversário, o Vasco dominava as ações da partida sem dificuldades. E teve outra ótima chance de ampliar antes do intervalo em um momento de trapalhada da defesa do Botafogo. Diego Souza recebeu a bola em profundidade, mas perdeu na corrida para Antônio Carlos. O zagueiro, no entanto, deu um leve toque na bola e enganou Jefferson, que acabou derrubando o apoiador vascaíno. Pênalti. Diego pegou a bola e repetiu o estilo apresentado na cobrança bem executada diante do Universitário-PER, pela Copa Sul-Americana, na última quarta-feira, com corrida lenta e chute fraco. Ele só não esperava que o goleiro do Botafogo tivesse visto o lance pela TV. Resultado: defesa tranquila e jogo aberto.

Dedé, sempre ele, resolve no ataque outra vez
O segundo tempo começou como se ainda fosse o primeiro: Botafogo perdido e Vasco soberano. De tanto insistir, não demorou muito para o Cruz-Maltino ampliar. Éder Luis já tinha perdido outra boa chance quando Dedé voltou a brilhar no ataque. Jefferson acabara de realizar um milagre  - Leia mais

De olho no topo, Vascão encara o Botafogo no Engenhão


Há muitos anos o futebol carioca não chegava com seus quatro grandes clubes disputando o título brasileiro na reta final. Com todos na briga, os clássicos serão decisivos para manter vivo o sonho de levantar a taça. Neste domingo, às 19h (de Brasília), Vasco e Botafogo fazem o primeiro de uma série de quatro confrontos regionais que vão movimentar a cidade. Os outros serão Vasco x Fluminense, Fluminense x Botafogo, e ainda Flamengo e Vasco, sendo os dois últimos na derradeira rodada do campeonato.
Atualmente, o Vasco é o vice-líder do Brasileiro com 58 pontos atrás apenas do Corinthians, que tem a mesma pontuação, mas ocupa o topo da tabela por ter uma vitória a mais. O Botafogo está em quinto, exatamente três pontos atrás do rival carioca. Ou seja, pelo lado vascaíno, a vitória serve para praticamente tirar o rival da briga assim como pelo lado botafoguense um triunfo serviria para se manter vivo na disputa.
O momento de ambos é distinto. O Vasco estava em baixa após dois resultados ruins, mas renovou o ânimo após uma inédita classificação para a semifinal da Copa Sul-Americana, ao vencer o Universitario por 5 a 2 em jogo dramático. Já o Botafogo tenta se recuperar após a inesperada derrota para o Figueirense diante de sua torcida, no Engenhão.



Revista diz que Jatene é contra o Tapajós

Por: Sidnei Rocha
O vereador Reginaldo Campos (PSB), na tribuna disse que a Revista Isto É, de circulação nacional, publicou reportagem afirmando que o governador do Pará, Simão Jatene é contra a criação do Estado do Tapajós. “A revista diz que o governador e vice governador estão envolvidos na campanha contra a divisão do estado do Pará, que escalou seu mais importante secretário, para liderar a frente que é contrária e por outro lado diz o governador categoricamente que não está envolvido e a revista afirma que ele está”. Preocupa-se

Ficamos preocupados e pedimos que o governador não se envolva nessa questão, nós queremos que ele dê sinais claros de que não está envolvido, já se tem percebido que há uma certa pressão nos bastidores em cima de funcionários públicos estaduais, para que eles não se manifestem, a gente pede que o governo se mantenha longe do plebiscito, uma vez que é uma decisão democrática do povo, conquistado a duras penas e não podemos tolerar influências nem para sim e nem para não, tanto do governador como do vice, que são pagos com o dinheiro desse povo”, desabafa



Geógrafo propõe nove novos Estados brasileiros

Por: Sidnei Rocha

Mais de 20 anos após a criação do Estado do Tocantins, o Brasil volta a viver o debate sobre a reestruturação de seu mapa político, com a possível divisão do Pará em três unidades. Na esteira destes acontecimentos, um geógrafo propõe uma nova divisão, com a criação de 40 unidades federativas, sendo 37 Estados e três territórios. A tese está no livro: “Novos Estados e a divisão territorial do Brasil – uma visão geográfica”.

José Donizete Cazzolato, geógrafo pela Universidade de São Paulo e pesquisador do CEM-Cebrap (Centro de Estudos da Metrópole), realizou o trabalho a partir de projetos para a criação de novos Estados, enviados por parlamentares ao Congresso Nacional, e os adaptou de acordo com uma padronização teórica. “Muitos desses projetos são muito interessantes, mas outros não têm nenhum embasamento técnico e por isso são inviáveis”, diz ele.

Desde a promulgação da atual Constituição, em 1988, há ao menos 30 projetos para criação de novos Estados, nas cinco regiões do País. “Temos várias propostas na fila. Algumas são extintas, rejeitadas, mas depois voltam a ser apresentadas”.

PARÁ
Em dezembro, a população paraense participará de plebiscito para decidir a divisão do Pará e a criação de mais dois Estados: Tapajós e Carajás. Cazzolato defendeu a iniciativa.

“Já passamos pela criação de vários Estados – como Alagoas e Paraná – que atendeu a interesses políticos. Em outros casos, como Mato Grosso do Sul, não houve diálogo. Desta vez, foi utilizada a via mais correta”.

O geógrafo, aliás, também previu em seu estudo a criação de três Estados, com as mesmas capitais. A única diferença está na distribuição de território entre o novo Pará e o futuro Tapajós. “O que vemos hoje, com este plebiscito, é mais um capítulo recorrente na história do Brasil, de luta pela divisão do território - Leia Mais

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O DÍZIMO


Manoel e Maria estão num vôo para a Austrália para comemorar o quarto aniversário de casamento.

De repente, o comandante anuncia pelos alto-falantes:

- Senhoras e senhores têm más notícias... Problemas graves nos motores vão tentar um pouso de emergência... Há uma ilha não catalogada nos mapas... vamos aterrissar na praia.
Ele aterrissou com êxito, mas avisou aos passageiros:

- Isto aqui parece o fim do mundo - é improvável a possibilidade de resgate... Talvez tenhamos que viver nessa ilha pelo resto de nossas vidas!

Nessa hora, Manoel pergunta para a mulher:
- Maria, você pagou o dízimo da IGREJA UNIVERSAL este mês?
- Ai, me perdoa Manoel. Com essa história de viagem, esqueci completamente!
Manoel, eufórico, agarra a mulher e tasca-lhe um beijão, o melhor de todo o casamento.
A Maria não entende e pergunta:
- Manoel por que você me beijou desse jeito?
E ele responde eufórico:
- ELES VÃO NOS ACHAR!...
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'Jesus Cristo é o caminho; eu sou o pedágio. '
(EdirMacedo)