RASTILHO DE PÓLVORA ESTÁ ACESO

domingo, 28 de fevereiro de 2010

A HISTÓRIA QUE NUNCA FOI CONTADA - Parte II

A SAGA DOS BIERI – UMA HISTÓRIA DE AMOR 
IMENSO PELOS ÍNDIOS DO ALTO TAPAJÓS 
Continuação...
A TRADUÇÃO DO NOVO TESTAMENTO/ANTOINETTE SALVA VIDAS
Felizmente depois de tantas dificuldades serem suplantadas, Deus sempre nesses momentos envia seus anjos, um reforço no campo missionário ocorreu com a chegada de duas missionárias norte-americanas da Wikliff Mission,  Marjorie Kroft e Marje Shaffer que além do auxilio na evangelização, realizaram um brilhante trabalho de tradução do Novo Testamento e do livro de Salmos compilado para a língua Munduruku, e ainda traduziram a  gramática na língua materna do Grupo Tribal, e outros trabalhos como registro fonográfico de histórias e várias cartilhas. Sempre se lamentam os Bieri que esse imensurável trabalho dessas benfeitoras missionárias lingüísticas, é quase esquecido e ninguém tem memória para lembrar o quão é importante para o enriquecimento do idioma Munduruku foi o legado deixado pelas americanas. Torna-se oportuno ressaltar  ainda que apesar do avanço do evangelho, poucas etnias indígenas no Brasil tiveram o privilegio de possuir os livros sagrados em suas linguas maternas, bem como uma gramática. Essas audazes criaturas  já com avançada idade física estão na América, em suas pátrias descansado também sentindo que cumpriram com suas participações junto aos Munduruku e a equipe dos Bieri.
O trabalho missionário da familia foi intenso, cheio de perseverança, a luta diária teria que ser feita com eficiência, mas, se questionavam sempre como levariam as boas novas de um Cristo Misericordioso, se os indígenas passavam necessidades básicas, muitas crianças morriam de doenças endêmicas que assolavam a região, malária, hepatites, verminoses, devido isso paralelamente a assistência espiritual viria outra assistência, a contribuição decidida em saúde, com métodos de reeducação de higienização e limpeza, distribuição de redes, mosqueteiros, e depois ainda o investimento na educação escolar. Muito embora a atividade precípua da Missão fosse o espiritual, foi necessário dar condições de sobrevida àquele povo principalmente do conglomerado de Sai Cinza que reunia em seu entorno varias aldeamentos, para que crêssem que haveria um salvador para todos os males que assolavam o grupo Tribal. Como anunciar Bênçãos de um Deus misericordioso, que supriria todas as dificuldades se o povo passava fome, frio e padecia de outros males? -
Foi necessário em ato contínuo a Missionária Edith trazer da Suiça, Antoinette Gass (enfermeira parteira) sua irmã biológica e espiritual, que contribuiu com a nobre obra por cinco anos consecutivos no apoio à promoção de saúde na região indígena, já que nessa época a promoção de saúde por parte do estado inexistia no vale do Tapajós; Antoinette, salvou inúmeras vidas até por necessidade absoluta fazendo pequenas intervenções cirúrgicas dentro da Aldeia. Nessa época as atendentes de enfermagem, conhecida como enfermeiras, contratadas pelos missionários dormiam nas casas dos doentes atentas a qualquer problema, e andavam de casa em casa fazendo levantamento dos problemas; procedimento extinto ou esquecido nos dias atuais da prática de enfermagem, não por estar suplantada tal atenção e sim por falta de compromisso mesmo. Pessoas daquela época em Jacareacanga ainda hoje recordam do trabalho dessa personagem em promoção de saúde que contribuiu por cinco anos com a vida dos silvícolas, salvando-lhes a vida e levando em seu trabalho sua missão paralela: O Anúncio do Evangelho
Todos os medicamentos eram conseguidos na Suiça que vinham em tonéis obrigando o Pastor Johann a fazer uma pequena enfermaria que ainda hoje se mantém  de pé e é usada pela estrutura da Funasa, alguns não sabem e outros já esqueceram que quatro décadas se passaram e ali está a estrutura física edificada por um homem que veio de tão distante para tornar menos difícil a vida dos Indios Munduruku.
FUNDAÇÃO EM SANTARÉM E REGIÃO DE CONGREGAÇÕES E IGREJAS/A CHAMADA PARA A GLÓRIA DO PASTOR JOHANN
O Pastor Johann, porém não se dedicou somente aos índios, enquanto ao seu redor milhares estavam a perecer. Evangelizou o vale do Tapajós e os moradores ao longo da recém construida Transamazônica.  O casal Bieri que foi o pioneiro na região Santarém/Jacareacanga, levou seu amor e destemor na cidade de Santarém aos pontos mais vulneráveis e pobres daquela cidade e  fundaram inúmeras congregações Batista bem como as Igrejas da Floresta, Santarenzinho, Urumarie,  Alter do Chão.  Em Jacareacanga foi fundada por responsabilidade do casal a Igreja Batista bem como a Igreja da comunidade garimpeira de Mamãe-anã onde se estabeleciam muitos índios. Sempre o custeio para compra de terrenos e edificação dessas obras físicas, como não havia donativos dos comunitários eram sempre com recursos próprios do casal, que para isso acionavam os parentes na Suiça.
Johann era asmático e talvez a mudança de clima da Europa para este país tropical, e trabalhando em locais insalubres andando de aldeia em aldeia, fez o nobre Pastor contrair insuficiencia respiratória ocasionada pela cronicidade de uma asma brônquica, e o fez ser contumaz em usar medicamentos para inibir as fortes crises que lhe faziam ir sempre à Santarém para receber tratamento médico; numa dessas idas, em sua casa naquela cidade sempre se movimentando por ser extremamente trabalhador, ao subir em uma árvore para podá-la, sofrera uma queda e fraturou o fêmur, que em decorrência o obrigou a ser transportado para Belém e submetido a uma intervenção cirúrgica na clinica dos acidentados no ano de 1.985. Tragicamente entrou em óbito na mesa cirúrgica com a causa apontada para choque anafilático. A familia contrariada com a imensurável perda acusou o médico de ter negligenciado, já que fora avisado nos exames pré-operatório que o paciente padecia de asma crônica. O Grande benfeitor, talvez o maior ícone da história da verdadeira assistência aos Índios do Vale do Tapajós, jazia inerte com a aplicação da anestesia. A comoção total do povo indígena foi imensa, amigos, irmãos espirituais na Europa todos sofreram muito pela perda irreparável do Pastor e temiam que seu trabalho sofresse solução de continuidade
Jornais da época e revista noticiaram o falecimento do Pastor. Johann Bieri saia da vida dos indígenas da Amazônia prematuramente já que ansiava desde sua juventude trabalhar na assistência e evangelizar todos que tivessem necessidade. Saiu da vida para ficar na memória do povo indígena, que até os dias atuais recordam com saudade e ternura a imagem do “Homem de Deus” Hansi, que com coragem deixou sua pátria para servir ao povo indígena. Mesmo traumatizada pela imensa perda, a esposa agora viúva, desprotegida da presença física e decidida do esposo, estando acompanhada somente de seu filho de dezessete anos Harold, de livre vontade após as exéquias do marido, decidiu o inesperado:
O PROSSEGUIMENTO DA OBRA/ENTRA EM CENA HAROLD BIERI
- A Obra de meu esposo não pode parar, era o que ele tanto queria, Harold e eu   com ajuda de Deus, continuaremos essa obra maravilhosa que é de anunciar as boas novas do Reino de Deus! -Harold com 17 anos nesse dia estava em Belém acompanhando a cirurgia e se preparando para prestar vestibular em ciências agrárias. Era o projeto de Johann se configurando em formar Harold para contribuir em capacitar-se e trazer novos métodos e tecnologias para  substituir o rudimentar trabalho em roças de subsistência dos Munduruku. Johann, não queria que os índios produzissem somente para o consumo, desejava que praticassem excedentes para comercialização, somente assim poderiam comprar produtos industrializados como facas, facões, panelas; mal sabia o pai que seu filho seria mais importante para os Munduruku como aeronauta, amigo, evangelizador, Pastor. Enquanto isso, mesmo tendo a mesma vocação dos pais e irmão, Elizabeth Bieri estava na Suiça estudando, Serviço Social,  era portanto  outro vértice de apoio aos Munduruku que Johann estava preparando. Elisabeth Beer Bieri, não teve a chamada missionária para o trabalho com os índios, mas também é missionária, hoje é casada com Markus Beer, mora na Suiça e mantém financeiramente, atraves de uma instituição fundada por ela e pelo marido um belissimo trabalho na periferia de Belém com menores que sofreram violência e abuso sexual bem como outros trabalhos de ajuda humanitária. Com a morte do pai, Harold sofreu profundamente da ausência e companhia do pai, pastor e amigo e entrou em profunda depressão. Até os dias de hoje ao recordar do “velho Bieri” se emociona. Visita sempre  o seu túmulo no Recanto da Saudade em Belém, onde exprime toda saudade emocionando-se. -É uma saudade que nunca acaba, diz Harold.
Harold Bieri nasceu e viveu parte de sua infância na Aldeia Sai Cinza ocasião que teve que sair para estudar em Santarém onde cursou o ensino fundamental e médio no colégio Dom Amando, e posteriormente entrou em uma escola de aviação, da qual se formou primeiramente em mecânica aeronáutica e depois propriamente em piloto, e hoje é um dos pilotos mais experientes da região amazônica, tendo admiração de outros pilotos por sua conduta e profissionalismo, tendo a marca prudência como marco de seu trabalho que mesmo assim não o livraram de dois acidentes aéreos. O mais recente no final de novembro/2009 quando preparava-se para viajar com a familia para Santarém, e que enquanto deixara a esposa e filhos no Sai Cinza  se preparando para fazerem a viagem, fez um vôo curto até Jacareacanga (cinco minutos de Sai Cinza até Jacareacanga), para abastecer  e irem até uma aldeia próxima para levar o costumeiro apoio que sempre deram aos índios, o avião abruptamente antes de alcançar o aeródromo parou de funcionar o que obrigou Harold com admirável habilidade, segundo colegas de aviação,  efetuar um pouso forçado no pasto de uma fazenda próxima ao aeródromo.
Apesar da habilidade do piloto, ele levou muita sorte porque o local mesmo tendo formação de pasto tem muitas arvores caída e formação de capoeira – Disse um piloto que acrescentou: Não sei como teve sangue frio e habilidade para evitar as árvores maiores e tocos pelo caminho. Felizmente onde jogou sua aeronave era o único local para não acontecer uma tragédia e com vitimas.
A INFÂNCIA DE HAROLD E BETH EM JACAREACANGA/OS AMIGOS/A CATALINA
Os Missionários tiveram dois filhos biológicos Harold nascido na Aldeia Sai Cinza e Elizabeth, nascida em Belém no ano de 1966, deram seus primeiros passos falando a língua Munduruku, e depois o alemão dos pais, e depois ainda o inglês.  Ambos recordam da infância na Aldeia, brincando brincadeiras de índio, nadando, pescando, adquirindo hábitos alimentares como dos índios, saboreando peixes moqueados capturados na tinguejada e  saúva/tanajuras alem do popular chibé  e também recordam dos amigos contemporâneos da época em Jacareacanga onde brincavam de roda ciranda, lembram com ternura e saudades de algumas pessoas de suas infâncias, entre as quais Branca, Chiquinha, Jairo, Vivi, Neguinho, Getulio, Erli,  lourinha,  e outros que perderam de contato para a vida ou para a morte.
Um marco na infância dos filhos dos Bieri além da relação com os amigos nacionais, sem duvida foi o lamentável acidente com um avião da “catalina” da FAB que  de tão devagar em vôos tinha o slogan Devagar mas chega lá” que iniciou-se um incêndio e todos pularam do avião, padres, freiras e Harold e Beth com 8 e 10 anos, permaneceram presos ao cinto de segurança quietos esperando ajuda, felizmente de passagem tentando apagar o fogo, o comandante viu e retirou as duas crianças que mesmo não se apavorando estavam em risco. O Conselho do Pai Bieri colocaram em ação “Não se apavorar com as adversidades”
O SERVIÇO MILITAR/CURSO DE MECÂNICA E AVIAÇÃO/VOANDO NOS CAMPOS DO SENHOR
Após o falecimento do Pai e os duros momentos em estado depressivo, a mãe Edith, teve que mandar para a Europa seu filho para sair um pouco do cenário em que viveu com a figura paterna, já que sentia profunda saudade, e mandou Harold para a Suiça e depois, de servir o exército na cidade de Sion Kanton Wallis no batalhão de artilharia foi para Inglaterra estudar inglês. Após dominar essa língua fluentemente, para prosseguir com a obra missionária de seus pais, fez seminário em Beatenberg (Berna) onde estudou por três anos. Como a saudade da mãe, do Brasil e em particular dos trabalhos com os Munduruku falaram mais alto, retornou ao Brasil, mas antes, vendo que os trabalhos da ação missionária dos Bieri tinham limitações devido a falta de um transporte aéreo, e com promessa de seus familiares na Suiça de comprarem uma aeronave monomotor, entrou em uma escola de aviação conseguindo a habilitação de piloto privado, e depois comercial além do curso de mecânica. Por breve tempo estendeu sua habilidade como missionário em outros estados brasileiros como São Luis, Acre e em outros lugares; não poderia viver longe dos Munduruku, se considerava um desses, já que nasceu entre eles, vivendo como índio na selva amazônica.
Harold com a aeronave de sua propriedade contribuiu abundantemente com a saúde e educação indígena, fazendo retiradas de emergência, transportando funcionários da Funai, seduc, funasa; numa dessas viagens conheceu  a responsável pelo Núcleo de Saúde Indígena no Pará, Márcia Lasmar que viria  ser sua esposa tempos depois e um elo de ligação para a continuidade da missão evangelizadora entre os Povos Indígenas do Alto Tapajós. A atividade principal da aeronave seria para visitas de evangelização na imensa terra indígena entre as aldeias que tivessem campo de pouso, como Missão Cururu, Posto Munduruku, Teles Pires, Katõ, Kaburuá, Rio das Tropas já que por via fluvial os trechos encachoeirados, os pequenos tributários do Rio Tapajós e seus afluentes tornam difícil e muitas vezes impossível a navegação. Muitas vezes o trabalho da Missão Batista sofria solução de continuidade vez que não existiam recursos para abastecimento e manutenção da aeronave o que obrigou o comandante Harold, a fazer vôos particulares integrando a região.  
A historia continua dentro de próximas postagens

QUATRO UTILIDADES ESCONTIDAS EM SEU CELULAR


NÃO ACREDITA?  EXPERIMENTE!
04 coisas que você nunca soube sobre seu celular.
Será útil manter essas informações com você.
Existem algumas coisas que podem ser feitas em caso de emergência.
Seu celular é uma ferramenta que pode salvar sua vida.
Veja o que ele pode fazer por você:
 
Emergência I
O número universal de emergência para celular é 112
Se você estiver fora da área de cobertura de sua operadora e tiver alguma emergência, disque 112e o celular irá procurar conexão com qualquer operadora possível para enviar o número de emergência para você, e o mais interessante é que o número 112 pode ser digitado mesmo se o teclado estiver travado. Experimente!
 
Emergência II
Você já trancou seu carro com a chave dentro?
Seu carro abre com controle remoto? Bom motivo para ter um celular.
Se você trancar seu carro com a chave dentro e a chave reserva estiver em sua casa, ligue pelo seu celular, para o celular de alguém que esteja lá. Segure seu celular cerca de 30cm próximo à porta do seu carro e peça que a pessoa acione o controle da chave reserva, segurando o controle perto do celular dela. Isso irá destrancar seu carro, evitando de alguém ter que ir até onde você esteja, ou tendo que chamar socorro. Distância não é impedimento. Você pode estar a milhares de quilômetros de casa, e ainda assim terá seu carro destrancado.
 
Emergência III  *3370#
Vamos imaginar que a bateria do seu celular esteja fraca. Para ativar, pressione as teclas: *3370#
Seu celular irá acionar a reserva e você terá de volta 50% de sua bateria. Essa reserva será recarregada na próxima vez que você carregar a bateria..
 
Emergência IV *#06#
Para conhecer o número de série do seu celular, pressione os seguintes dígitos: *#06#
Um código de 15 dígitos aparecerá. Este número é único. Anote e guarde em algum lugar seguro. Se seu celular for roubado, ligue para sua operadora e dê esse código. Assim eles conseguirão bloquear seu celular e o ladrão não conseguirá usá-lo de forma alguma. Talvez você fique sem o seu celular, mas pelo menos saberá que ninguém mais poderá usá-lo. Se todos fizerem isso, não haverá mais roubos de celular.
 
Obs  Essas informações não são conhecidas, por isso passe para seus amigos e familiares.

Colaboração: Marcelo Gomes

ANA JÚLIA E JÁDER, - UM SÓ PALANQUE


 
Belém - Uma fonte graduada do PT informou ontem à noite, que embora publicamente o deputado Jader Barbalho tenha dito, através do Diário do Pará, que levará à análise dos demais 'companheiros do PMDB' a proposta de coligação com o PT, feita formalmente pelo presidente nacional da legenda, José Eduardo Dutra, segunda-feira à noite, em Brasília, a coligação entre os dois partidos está fechada.

Segundo a fonte, o PT nacional concordou em oferecar ao PMDB paraense a vaga de vice de Ana Júlia, com apoio à candidatura de Jader ao senado, ao lado de Paulo Rocha, a Sespa e a presidência da Companhia Docas do Pará(CDP).
O Estado

PASSAGEIROS DO RASTILHO

 
Vice-Prefeito de Itaituba Silvio Macêdo/Casal Harold e Márcia Bieri/ Julie Rimet/Médico Valdir Simon/Crianças em destaque Yohanna e Davi Bieri/ Carlos Akai/Tony e Felipe Gabriel Tertulino 

KAIAPÓ: DIFICULDADES PARA VENDER ÓLEO DE CASTANHA


Karina Ninni - Especial para o Estado
São Paulo - O mercado pouco exigente em relação ao “selo verde” atrapalha também quem tenta vender produtos certificados não-madeireiros. É o caso dos índios Kaiapó da Terra Indígena Baú, no município de Novo Progresso (PA), que extraem castanha. A área, de 1,5 milhão de hectares, recebeu o selo do FSC em 2006.“Até 2007 foi um bom período. Vendíamos para a indústria cosmética. Mas, em 2008, o mercado retraiu e paramos de produzir óleo de castanha”, resume Luís Carlos Sampaio, biólogo e coordenador do Instituto Kabu, que gerencia a área Baú. Segundo ele, vender o óleo é difícil por vários fatores. “Primeiro, os fabricantes usam pouquíssimo óleo natural nos produtos. Outro entrave é o prazo de validade, de apenas dois anos. Depois disso, nosso óleo já não serve para a indústria cosmética e temos de vender para a indústria de biocombustível a um preço dez vezes menor.” Agora, os Kaiapó estão tentando vender a castanha para a indústria alimentícia de São Paulo. Mas, segundo Sampaio, o mercado não responde aos produtores certificados como se esperava. “O comprador, no geral, não exige certificação. Ele compra qualquer coisa, a qualquer preço e empurra o produto para o consumidor.”

DILMA/SERRA


Sábado, 27/02/2010, 20:09h 
Pesquisa reforça competitividade de Dilma
O resultado da pesquisa Datafolha sobre intenção de votos à eleição para a Presidência da República, divulgado hoje, confirma tendência de crescimento da pré-candidata pelo PT, Dilma Rousseff, verificada por outros institutos. A avaliação é do cientista político e pesquisador da PUC e FGV-SP, Marco Antônio Carvalho Teixeira. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, cresceu cinco pontos nas pesquisas de intenção de voto de dezembro para fevereiro, atingindo 28%. No mesmo período, a parcela de intenção de votos para o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), recuou de 37% para 32%

De acordo com Carvalho Teixeira, a pesquisa sugere uma consolidação de intenção de votos na pré-candidata Dilma, "que se mostra extremamente competitiva, mesmo sem trajetória política e menor imagem pública do que Serra". O cientista político acrescenta que o novo levantamento indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem conseguido transferir votos para a pré-candidata do PT, "colando sua imagem à dela", diz

O pesquisador comenta, ainda, que a pesquisa deve ser motivo de preocupações para o PSDB. Isso porque a candidatura de Serra parece ter "empacado", ficando sem força para subir. "A queda da intenção de votos em Serra não pode ser considerada significativa. Está sólida, mas apenas na faixa de eleitores que sempre são oposição ao governo." Apesar de queda no desempenho, Carvalho Teixeira considera que Serra "dificilmente abrirá mão da candidatura a presidente, embora esteja deixando a decisão para o último minuto". "Serra está com a intenção de votos cristalizada em um bom nível, mas parece ter dificuldades para atrair eleitores indecisos", opina (leia mais...)

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

A HISTÓRIA QUE NUNCA FOI CONTADA - Parte I

A SAGA DOS BIERI – UMA HISTÓRIA DE AMOR IMENSO PELOS ÍNDIOS DO ALTO TAPAJÓS
OS BIERI NA SUIÇA
Johann Bieri oriundo de uma familia com vocação Agropastoril, composta dos pais (Eduard e Klara Bieri) e cinco irmãos (Dorli, Katrin, Christian, Kurt já falecido e Johanns) desenvolvia junto com a família criação de bovinos, porcos, e ainda o cultivo de batatas, maçãs e legumes em Bütschwill (Shüpfen/ Berna). Pelo trabalho árduo diário mais prazeroso se constituíram em uma familia de classe média com posses materiais considerável. Os Bieri são originários de Shangnau (Berna) coração da Suíça região de Emmenthal, e paralelo a essa atividade  econômica que desenvolviam com esmero e dedicação, revelando sempre humildade, uma característica marcante da familia, alternavam o árduo trabalho de campo com uma surpreendente devoção piedosa Cristã; desde sua infância o pequeno Johann tinha uma inclinação absoluta para propagar os ensinamentos Bíblicos, e ainda em tenra idade manifestava o desejo de pregar a Palavra de Deus, sonhando anunciar o evangelho  nos quatro cantos da terra ou onde se fizesse necessário; esse declarado interesse enchia de orgulho seus familiares e principalmente Chistian, um dos  irmãos, atualmente aposentado e que continua morando no mesmo local onde Johann nascera e dera seus primeiros passos para ser considerado um benfeitor para o povo indígena do alto Tapajós, Pará, Brasil. A vida da familia Bieri naquela época, em que rumores de guerras se anunciavam não tirava o ímpeto e ousadia do menino Johann em realizar seus sonhos, e junto com sua familia, continuava o árduo trabalho no campo, e todos eram prósperos dentro do meio social em que viviam. Verdadeiramente o que fazia diferença para mostrarem-se felizes, era o desmesurado apego à vida Cristã.
O INÍCIO DA SAGA – AMOR E DESTEMOR DA FAMILIA BIERI
O jovem Bieri, desde cedo com uma vida espiritual já sólida, sonhava com a maioridade para pregar o evangelho na America do Sul, mas só tinha ainda 15 anos. Esse desejo fruto de seu coração era especificamente conhecer o Brasil e se internar pela Amazônia em trabalhos missionários junto aos povos da floresta, mesmo que fossem coletores, extratores, de preferência os índios, que deveriam ser os mais necessitados por uma palavra de fé. Finalmente chegara o momento de preparar-se para alçar os vôos que tanto sonhara; Já atingira sua maioridade civil e poderia colocar seu plano em ação, e o que ainda era melhor: com o apoio dos pais e irmãos; mas, para tanto faltava- lhe  conhecimento especifico na área de evangelização e para implementar o inicio de sua jornada aos 22 anos seguiu para o seminário Saint Chrijona em Basel/Suiça, onde após muito estudo, recolhimento e dedicação, foi formado Pastor Evangélico. Depois de quatro anos assumiu seu primeiro pastorado em sua terra natal ocasião em que alcançou grande desenvoltura nesse trabalho, entretanto o desejo do jovem servo era trabalhar para Jesus num lugar onde ninguem jamais tinha proclamado o evangelho, mesmo que perdesse o conforto material que possuía, se sentia preparado para isso; e Deus o atendeu e lhe mostrou pelo mapa onde sempre se detinha pesquisando o interior do Brasil. Após ser ordenado Pastor, e já exercendo o pastorado, Johann viajou para Inglaterra com a finalidade de participar de um curso de linguistica promovido pela Wilkliffmission; lá conheceu a jovem Edith Sonja Gass natural de Genebra/Suíça que em pouco tempo de contato firmaram sólida e respeitável amizade; Edith, que fizera seminário em Beatenberg no Kanton Berna,  foi para a Inglaterra e em meio ao curso conhecera o jovem Pastor Bieri, um aplicado homem de Deus que lhe chamou a atenção por sua postura de um jovem sério, e porque era o  único suíço da turma. Logo passaram a se identificar por seus objetivos afins. Esses seres que nunca tinham se visto, começaram a se cortejar culminando com o casamento no ano de 1963 na cidade de Nova Friburgo no Rio de Janeiro no exercício de seus trabalhos de missões.
OS BIERI NO BRASIL/A ENTRADA NO TAPAJÓS/AS PRIMEIRAS DIFICULDADES/O PODERIO CATÓLICO/ REGIME MILITAR
Edith também muito apegada à religiosidade pertencia a uma familia classe média; o pai era comerciante de obras de artes e artista plástico e trabalhava em restauração de móveis históricos, relógios,  sendo  ela, a mais velha de seis irmãos , dois desses falecidos, dois  moram em Basel (Antoinette e Peter Gass) e último, Werner, mora na Dinamarca. Antes da chamada missionária Edith, formada em Ciências Contábeis exercia suas funções numa empresa multinacional em Basel, e desempenhava um cargo de elevada confiança no gerenciamento financeiro sendo  responsável pelo pagamento dos funcionários. O exercício da profissão também exigia que falasse fluentemente o inglês devido às práticas de comunicação e comerciais serem sempre nesse idioma; também paralelo ao gerenciamento administrativo na multinacional, tinha uma relação religiosa muito forte no circulo familiar e de amizades em que convivia.  Não foi tão fácil pelos profundos laços de familia, convencer sua parentela e seus amigos do seu desejo missionário; os familiares não entendiam como a jovem iria ter coragem de jogar tudo para o alto, com uma vida social e financeira equilibrada...  Mas, Edith teve um chamamento conforme se justificava aos familiares... e em pouco tempo depois conhecera Johann e seus objetivos se entrelaçaram, e  finalmente a familia após analisar a arte e nobre missão Cristã,  aceitaram a jovem Edith unir-se à missão do Pastor Johann, porém contrariados já que se distanciaria muito de sua terra, e ainda para a América do Sul.
Johann e Edth vieram ao Brasil no inicio da década de 1960, a princípio desenvolveram um eficiente trabalho junto aos índios  Guarani em Paratí, para depois por iniciativa do Pastor, e  convite da Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira atuarem na Reserva Florestal Mundurukania, e se internarem definitivamente na tão desejada Amazônia, por ocasião da abertura da Estrada Transamazônica e Santarém–Cuiabá, onde vidas indígenas foram ceifadas em nome da colonização e do progresso. Nessa época o Serviço de Proteção ao Índio/SPI, hoje Fundação Nacional do Índio/FUNAI, tinha iniciado ações indigenista no Alto Tapajós.
Tempo difícil confessava sempre o casal Bieri foi aquele, em que as dificuldades eram freqüentes ao subir o Tapajós com a declarada, documentada, legal intenção de fazer missões, de propagar o evangelho. Ocorreram diversas situações que qualquer outra pessoa teria desistido do trabalho; os efeitos disseminadores do regime totalitário que norteava a política do Brasil em que os militares ditavam regras com a força dos cassetetes, coturnos e baionetas, um regime que torturava, trucidava, engessava,  limitava a ação do cidadão e principalmente dos estrangeiros; a dominação e marco do poderio da Igreja Católica, que deixava o campo hermeticamente fechado para a evangelização. O tempo de dominação do colonizador português de 1.500 voltava como um vídeo tape em que o poderio católico para não querer perder espaço dificultava o trabalho da verdadeira evangelização. Os desafios interpostos nos caminhos dos Bieri eram imensos, no entanto gigantesca era a vontade de se fazer missões. Foram anos de alegria e realizações, mas também de muita luta, decepções, perseguições, muitas vezes enfrentando ameaças de morte, passando perigos em viagens de avião, naufrágios nas pequenas voadeiras, onças ameaçadoras rosnando ao derredor, cobras que matavam um pouco menos que o terrível e ainda destrutivo anofelino que provocavam muitas  malárias;  mas o Senhor deu a vitória aos missionários que nunca perderam a fé, o entusiasmo e nunca temeram à sorte de ameaças já que havia um objetivo sagrado. Retroceder Jamais!!!  Era o lema que seguia e que fortalecia o casal. Segundo Edith o pastor Johann dizia sempre... “O oficio que tenho foi me dado pelo chefe superior, o Deus Vivo, e o conteúdo do meu oficio é: Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura”.
Duas lutas paralelas eram desenvolvidas pelos missionários, a evangelização propriamente dita, e a perseverança para que a luta fosse gloriosa e não fracassassem já que havia sempre condições favoráveis para essa desistência: A cortina católica, doenças endêmicas da região, bichos do mato, recursos financeiros reduzidíssimos para a ação de trabalho. Decorreram sete anos desde o inicio do efetivo trabalho para que a primeira pessoa conscientemente se convertesse. Evidentemente que eu não estava lá, mas bem que eu queria, para ver a felicidade  dos Bieri em ter ganho aquela alma para Cristo sabendo que muitas outras poderiam vir;  finalmente a vitória para Cristo e o amor pelo trabalho de evangelizar revigorou-se, nessa primeira conversão indígena que voluntariamente aconteceu; Nezinho Saw, Capitão da Aldeia Sai Cinza, que constituiu-se em um grande alicerce no inicio da obra missionária. Foram necessárias muitas orações, perseverança e vontade intensa para não se retroceder com obra de Deus, pois as dificuldades foram muitas... perseguições, mentiras, invencionices...
 O incansável Pastor Johann incorporou em seu coração um amor tão intenso pela missão de evangelizar, que não tinha tempo para sentir saudades de sua terra natal, do conforto em que vivia na Europa e que por livre vontade abandonou; onde deixara seus parentes e amigos, para isso absteu-se  das luzes das cidade, hábitos alimentares; sentia-se muito feliz com os índios, caçava e pescava com eles e os índios o consideravam como um pai, chamando-o de Hansi. Perambulava como índio com os índios pelas matas, pescando, coletando frutos, admirando o gorjeio incrível das aves, a zoada ensurdecedora dos papagaios e periquitos, os revôos das araras que se esforçavam nos pequenos vôos de exibição para serem mais coloridos que as outras. Sentia nesses momentos maior necessidade de propagar o evangelho, pois nesse cenário se sentia mais próximo de Deus. 
A historia continua dentro de próximas postagens

"BEM-AVENTURADO o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores."(Salmos 1:1) Coisas do Grande Arquiteto do Universo

RASTILHO RECEBE E DIVULGA


Prezado, Encaminho um release para leitura e eventual publicação.
Atenciosamente,
Assessoria em Comunicação
Congresso Brasileiro de Ética nos Negócios
O Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios realizará entre os dias 23 e 25 de março de 2010, em São Paulo, o 1º Congresso Brasileiro de Ética nos Negócios, que trará o tema Ética nos Negócios: A base da atuação responsável e o pas saporte para a Sustentabilidade”.
O evento, inédito no país, contará com palestrantes especialistas e abordará questões como responsabilidade social empresarial, ética, meio ambiente, sustentabilidade, comunicação e transparência corporativa.
Entre os palestrantes estão André Franco Montoro Filho, presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO); Jorge Cajazeira, executivo de Sustentabilidade da Suzano e Presidente do Comitê Mundial da ISO 26000; Pascal Borel, presidente da certificação ETHICS – Ethical Integrity Corporate Standard (Suíça); Vitor Seravalli, presidente do Comitê Brasileiro do Global Compact da ONU; entre outros profissionais conceituados. 

Atividades Complementares
Além do destaque aos principais temas que envolvem a questão da ética nos negócios, o congresso contará com quatro atividades complementares.
No primeiro dia, serão apresentados os resultados da 3ª Pesquisa Código de Ética Corporativo, tendo como base de estudo as 500 maiores empresas em atuação no País. A pesquisa tem como principal objetivo incentivar o maio r número de executivos e empresários a adotar e divulgar o Código de Ética, principal instrumento de gestão responsável e governança corporativa, contribuindo, inclusive, para a conquista da sustentabilidade. A edição 2010 deste estudo será publicada na Revista Ética nos Negócios.
Na ocasião também será relançado o Programa Responsabilidade Ética Empresarial. O Programa REE Brasil pretende que os instrumentos nele sugeridos possam contribuir para a melhoria da qualidade da Atuação Responsável Empresarial, especialmente das micro, pequenas e médias empresas, inclusive aquelas que integram a cadeia produtiva das grandes corporações e, desta maneira, o programa possa ser um grande aliado na formação da imagem e da reputação das empresas participantes.
O congresso também foi o local escolhido pelo Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios para o lançamento do Prêmio Ética nos Negócios, que a cada ano homenageará uma personalidade com grande legado no meio empresarial. Nesta edição de lançamento o homenageado será o engenheiro João Augusto Conrado de Amaral Gurgel. Os prêmios serão entregues às empresas com excelência na atuação responsável em seis categorias: Ética, Responsabilidade Social, Meio Ambiente, Comunicação e Transparência, Voluntariado Empresarial e Sustentabilidade.
Encerrando o 1º Congresso Brasileiro de Ética nos Negócios, em 25 de março, será palco realizado o lançamento oficial do movimento Étitude: Tenha uma Atitude Ética!, que visa conscientizar toda a sociedade brasileira sobre os benefícios sustentáveis das atitudes éticas.

Sobre o Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios
O Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios, com sede em Campinas (SP), foi fundado em 2003, como uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, sendo qualificado, no mesmo ano, como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) pelo Ministério da Justiça. Seu objetivo principal é fomentar a ética tanto no meio emp resarial quanto junto às crianças, adolescentes e universitários. É desta maneira, contribuindo para a melhoria da qualidade ética das empresas e com a formação de adultos cidadãos e líderes responsáveis, que a instituição potencializa a perspectiva de um futuro mais ético e, assim, naturalmente sustentável.
Apoio: Planeta Voluntários

“1º Congresso Brasileiro de Ética nos Negócios”
Data: 23 a 25 de março de 2010
Local: Espaço Wynn (complexo World Trade Center)
Av. das Nações Unidas, 12.551, 2° andar, Business Tower
Brooklin Novo – São Paulo/SP

NOTÍCIAS DE ITAITUBA


HONRANDO O ELEITOR
Honrando os deveres de seus cargos, e os votos conquistados dos eleitores de Itaituba, merecem elogios os integrantes dos Poderes Executivo e Legislativo, que agrupam-se em torno de uma missão gloriosa para o povo da região que é a retomada da luta em busca da criação do Estado do Tapajós. Conta o Blog do Parente, que  Marcos da Ideal, Hilton Aguiar, e Cesar Aguiar  acompanhados do Prefeito Municipal Roselito Soares, se deslocam para a capital Federal fim se juntarem a outras forças políticas com o fito de sensibilizarem autoridades da Câmara Federal  em especial Michel Temer, para que  coloque em votação no Congresso Nacional a autorização  para a realização do plebiscito tanto ansiado, para a criação do Estado do Tapajós.

A JÓIA DOS URUBÚS
Roselito deve mesmo concorrer a uma vaga à ALEPA, e para isso já prepara suas artimanhas políticas e recomenda ao seu sucessor Silvio de Paiva Macedo, que quando iniciar sua responsabilidade no comando da barcaça mantenha a proa no rumo previamente plotado e que preserve a tripulação.  Silvio que não é canoa para ser pilotado pelos fundilhos, deve compor uma equipe de trabalho pra fazer o que ainda não foi feito pelo município; e há muita coisa a ser feita, pela saúde, educação, economia, e principalmente tirar o estigma ou pecha de “Cidade dos Urubús”, que Roselito pelo que não fez transformou a “Cidade Pepita” em “Jóia Falsa”
  ------Caricaturas meramente ilustrativas

-QUE CULTURA!


CUIDADO! NÃO DEIXE A CRIANÇADA LER...ELAS QUE SÃO O FUTURO DO BRASIL


AS PÉROLAS DO ENEM 2.009 - DEMOROU  MAS SAIU!

O tema da redação do Enem 2009 foi Aquecimento Global, e como acontece todo ano, não faltaram preciosidades. Lá vão:
1) "o problema da amazônia tem uma percussão mundial. Várias Ongs já se estalaram na floresta." (percussão e estalos. Vai ficar animado o negócio)
2) "A amazônia é explorada de forma piedosa." (boa)
3) "Vamos nos unir juntos de mãos dadas para salvar planeta." (tamo junto nessa, companheiro. Mais juntos, impossível)
4) "A floresta tá ali paradinha no lugar dela e vem o homem e créu." (e na velocidade 5!)
5) "Tem que destruir os destruidores por que o destruimento salva a floresta." (pra deixar bem claro o tamanho da destruição)
6) "O grande excesso de desmatamento exagerado é a causa da devastação." (pleonasmo é a lei)
7) "Espero que o desmatamento seja instinto." (selvagem)
8) "A floresta está cheia de animais já extintos. Tem que parar de desmatar para que os animais que estão extintos possam se reproduzirem e aumentarem seu número respirando um ar mais limpo." (o verdadeiro milagre da vida)
9) "A emoção de poluentes atmosféricos aquece a floresta." (também fiquei emocionado com essa)
10) "Tem empresas que contribui para a realização de árvores renováveis." (todo mundo na vida tem que ter um filho, escrever um livro, e realizar uma árvore renovável)
11) "Animais ficam sem comida e sem dormida por causa das queimadas." (esqueceu que também ficam sem o home theater e os dvd's da coleção do Chaves)
12) "Precisamos de oxigênio para nossa vida eterna." (amém)
13) "Os desmatadores cortam árvores naturais da natureza." (e as renováveis?)
14) "A principal vítima do desmatamento é a vida ecológica." (deve ser culpa da morte ecológica)
15) "A amazônia tem valor ambiental ilastimável." (ignorem, por favor)
16) "Explorar sem atingir árvores sedentárias." (peguem só as que estiverem fazendo caminhadas e flexões)
17) "Os estrangeiros já demonstraram diversas fezes enteresse pela amazônia." (o quê?)
18) "Paremos e reflitemos." (beleza)
19) "A floresta amazônica não pode ser destruída por pessoas não autorizadas." (onde está o Guarda Belo nessas horas?)
20) "Retirada claudestina de árvores." (caráulio)
21) "Temos que criar leis legais contra isso." (bacana)
22) "A camada de ozonel." (Chris O'Zonnell?)
23) "a amazônia está sendo devastada por pessoas que não tem senso de humor." (a solução é colocar lá o pessoal da Zorra Total pra cortar árvores)
24) "A cada hora, muitas árvores são derrubadas por mãos poluídas sem coração." (para fabricar o papel que ele fica escrevend asneiras)
25) "A amazônia está sofrendo um grande, enorme e profundíssimo desmatamento devastador, intenso e imperdoável." (campeão da categoria "maior enchedor de lingüiça")
26) "Vamos gritar não à devastação e sim à reflorestação." (NÃO!)
27) "Uma vez que se paga uma punição xis, se ganha depois vários xises." (gênio da matemática)
28) "A natureza está cobrando uma atitude mais energética dos governantes." (red bull neles - dizem as árvores)
29) "O povo amazônico está sendo usado como bote expiatório" (ótima)
30) "O aumento da temperatura na terra está cada vez mais aumentando." (subindo!)
31) "Na floresta amazônica tem muitos animais: passarinhos, leões, ursos, etc." (deve ser a globalização)
32) "Convivemos com a merchendagem e a politicagem." (gzus)
33) "Na cama dos deputados foram votadas muitas leis." (imaginem as que foram votadas no banheiro deles)
34) "Os dismatamentos é a fonte de inlegalidade e distruição da froresta amazonia." (oh god)
35) "O que vamos deixar para nossos antecedentes?" (dicionários)
COLABORAÇÃO: Julie Rimet